Brasília recebeu a 5ª edição da Feira de Franquias

Brasília recebeu a 5ª edição da Feira de Franquias

A feira Brasília Expo Franquias 2018 foi realizada na capital federal, no Estádio Nacional de Brasília. O evento trouxe marcas de franquias de todo o país, que buscam uma ferramenta para atingir novos franqueados na região e aproveitar o forte mercado. E a grande novidade esse ano foi a 1ª edição da Food Service Brasília Expo, uma feira que teve o objetivo de gerar grandes negócios no setor de abastecimento e prestação de serviços para bares e restaurantes em Brasília. O evento reuniu cerca de 40 expositores, 5 mil inscritos e 7 mil visitantes. Foi um sucesso de empreendedorismo! O evento foi uma forma interessante de fazermos um benchmark para aplicarmos em ações socioculturais por onde o Transversalidades passa. Estamos pensando ideias sustentáveis e negócios de impacto social, dentro da economia criativa e solidária. Ano que vem estaremos lá.

 Foto SEBRAE

Foto Di Assis

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Filme Cultura e Renda

Nossa exibição do dia 06 de julho é bastante especial, pois será no dia do jogo do Brasil. O título Cultura e Renda é curioso pela ambiguidade, ou seja, é trabalhar nossos saberes por meio do artesanato de renda e, além disso, gerar renda, recurso financeiro para as participantes. A vitória será dupla para quem efetivamente precisa de Cultura e Renda. Essa é mais uma iniciativa do coletivo Transversalidades. A sessão é gratuita e aberta ao público. ESTE PROJETO É/FOI REALIZADO COM RECURSOS DO FUNDO DE APOIO À CULTURA DO DF.
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 Cultura e Renda
Cultura e Renda / Direção: Victor Menezes, 2009.
Cultura e Renda – Preservação e difusão da renda de Bilro (A renda dos Morros da Mariana sempre foi muito conhecida dentro do segmento artesanal do Piauí, mas não havia organização, não tinha um grupo formalizado. Foi realizado um trabalho com a comunidade, conscientizando e fazendo mobilização. Foi um processo longo de capacitação na questão do associativismo, gerenciamento, pra que elas tivessem preparo pra gerir seu próprio negocio). Classificação livre.
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Local: Quadra 12 Conjunto D lote 45, Cidade Estrutural / Dia: 06/07/2018 / Horário: a partir de 14h / Evento grátis e acessível com audiodescrição / Na ocasião haverá debate sobre o tema com moradores locais.
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Dança contemporânea

A dança contemporânea vai ocupar o Distrito Federal

A mostra CultDance 2018 traz espetáculos, oficinas, debates e vídeos, com artistas da América Latina e Europa. As atividades ocorrem em diversas cidades do DF

De 6 a 13 de julho, a CultDance 2018 — Mostra de Dança e Videodança ocupa o DF com espetáculos, oficinas, encontro de Criadores e apresentações de videodança — que incluem a participação de artistas do Brasil, da Argentina e da Europa. O evento conta uma programação variada, que envolve também palestras, workshops, mesa de debate sobre o Mercado da Dança com especialistas da área e vivência de artistas em rodas de conversas — atividades que ocorrem em diversos espaços do DF.

A mostra é patrocinada pelo Fundo de apoio à Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura do DF (FAC/DF). As apresentações acontecem no Centro de Dança do Distrito Federal e são divididas em três categorias: as mostras Solos na Sala e Duos na Sala; e a Dança pra Tela, com exibição de videodança de diversas nacionalidades.

Residência e Encontro de Criadores

Na Casa de Arte e Cultura Esquina Criativa, na Candangolândia, ocorrem as reuniões da Residência Artística e as Conexões Artísticas (Encontro de Criadores). O local é dirigido pela produtora da CultDance 2018, Cleani Marques Calazans.

Na Residência um grupo de criadores estará imerso na criação de obras em videodança, a serem gravadas nas ruas do DF; enquanto o encontro de criadores pretende oferecer aos dançarinos a oportunidade de compartilhar pesquisas sobre o processo criativo e refletir sobre os desafios e a pluralidade do estado da arte no Brasil e no mundo.

Oficinas

Além disso, o CultDance 2018 realiza oficinas em Ceilândia, Samambaia, Candangolândia e Guará, com o intuito de aproximar a população da dança contemporânea. No Guará, Candangolândia e Samambaia a participação será aberta ao publico em geral; já na Ceilândia as atividades serão dirigidas para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais e Deficientes de Taguatinga e Ceilândia (Apaed).

Confira a programação das oficinas:

Ceilândia — Oficina dirigida para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais e Deficientes de Taguatinga e Ceilândia (Apaed). O encontro será na QNM 29, Módulo D, Ceilândia Sul. Dia 6 de julho, das 9h às 11h.

Candangolândia — Oficina aberta ao público na Casa esquina Criativa (QR 1-A conjunto A Casa 01). Dia 9 de julho, das 14h às 16h.

Guará — Oficina aberta ao público em geral na Casa de Cultura do Guará (QE 25, ao lado do Ginásio do CAVE e próximo à Administração do Guará e à Feira do Guará). Dia 10 de julho, das 14h às 16h.

Samambaia — Oficina aberta ao público no Espaço Imaginário Cultural (QS 103, Conj. 5, lote 5, Samambaia Sul). Dia 12 de julho, das 14h às 16h.

História

Criado em 2005 — pela diretora, coreógrafa, escritora e criadora de videodança Laura Virgínia — a CultDance pretende mobilizar iniciativas como a troca de informações e experiências entre os artistas e a formação de plateias, com exibição de espetáculos ao vivo e em vídeo, além de promover ações e debates sobre a arte no mundo contemporâneo.

O evento contou, inicialmente, com duas programações: uma dedicada aos espetáculos solos e outra para os duos. A partir de 2011, o projeto abraçou um terceiro formato: o Dança pra Tela, com o objetivo de também permitir que os participantes trocassem experiências e pesquisas sobre processos criativos. Em 2014, Luísa Lemos se une ao projeto atuando na coordenação e a curadoria da Mostra CultDance.

“A mostra existe há 11 edições, mas para nossa surpresa, percebemos que além da vontade de se apresentar — que é uma parte do processo — também os artistas estão motivados a trocar suas vivências e experiências, além de sentirem que são parte de uma cena de dança em Brasília. Por isso, em 2011, nasce o Dança pra Tela, como mostra, residência artística, criação, palestras e curso de extensão em videodança”, explica Laura Virgínia.

CultDance 2018 – Mostra de dança e videodança / Dias: De 6 a 13 de julho de 2018 / Horário: 20h / Local: Centro de Dança de Brasília (SAN Quadra 1, Via N2 – Brasília-DF) / Telefone: (61) 3322-5593 | 3325-5207 / Classificação: 18 anos / Entrada gratuita / Mais informações: (61) 99154-8644 (produção) / mostracultdance.com.br/  Assessoria de imprensa: Casa da Redação / Tel: (61) 3326-1014 / 99972-9605 / 99976-4077

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Curta na Estrutural

Selecionamos os curtas Deus e Galeria Presidente para exibição gratuita, voluntária e aberta ao público com debate sobre temas relacionados ao cotidiano da Cidade Estrutural e seus moradores. Nosso objetivo com essas exibições é:

  • Desenvolver o Cineclubismo na Cidade Estrutural;
  • Reconhecer a importância da preservação dos valores culturais e dos direitos humanos por meio do audiovisual;
  • Dar visibilizar e discutir as histórias das famílias da Estrutural nos debates de cineclubismo;
  • Valorizar o papel dos mais velhos como fonte de conhecimento em ações intergeracionais;
  • Relacionar histórias dos filmes com as histórias da comunidade, fortalecendo o folclore local, as tradições, o patrimônio imaterial local e os hábitos e costumes da Estrutural.

 

ESTE PROJETO É/FOI REALIZADO COM RECURSOS DO FUNDO DE APOIO À CULTURA DO DF

Galeria Presidente

Direção: Amanda Gutiérrez Gomes, 2016
A Galeria mostra o local de trabalho e o espaço de convivência de imigrantes africanos que residem na cidade de São Paulo. Povoada por africanos de diversos países, a Galeria é hoje o espaço que permite não apenas o encontro e a união de indivíduos longe de suas terras, mas o vigor de suas culturas ecoadas nos sons, falas, gestos e hábitos ali presentes, bem como algum grau de empregabilidade criada em uma configuração que lhes é interna. Classificação: Livre

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DEUS

Direção: Vinícius Silva, 2016
Filme curta-metragem híbrido, entre documentário e ficção, o qual aborda a força de uma mãe negra da periferia de São Paulo e sua divina influência sobre o filho. Classificação: Livre

DEUS

 

ESTE PROJETO É/FOI REALIZADO COM RECURSOS DO FUNDO DE APOIO À CULTURA DO DF

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Cineclube sessão dupla

Dois curtas com muito questionamento e reflexão para a comunidade da Estrutural. Infelizmente o conteúdo dos filmes faz parte do cotidiano da cidade, mas a maioria já sabe discernir o que é bom e o que é ruim. E o que é maravilhoso são os curtas que o Cineclube Transversalidades exibe com debates especiais para os participantes. Abaixo mais informações sobre as sessões. A entrada é sempre gratuita e acessível.

ESTE PROJETO É/FOI REALIZADO COM RECURSOS DO FUNDO DE APOIO À CULTURA DO DF

 

Realidade Visceral 
Uma experiência de realidade virtual que coloca pessoas comuns dentro de uma cela lotada para alertar sobre o encarceramento em massa. O sistema carcerário brasileiro enfrenta um grande problema: o encarceramento em massa. Mais de 20 pessoas ocupam uma cela que destinada para apenas 3 presos. E a maioria dessas pessoas está atrás das grades sem nem mesmo ter sido julgada. Diretores: Coi Belluzzo e Luiz Evandro, 2016
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Local: Associação São Francisco de Assis / Quadra 12 Conjunto D lote 45, Cidade Estrutural / Dia: 27/06/2018 / Horário: a partir de 16h / Classificação: 16 anos / Evento grátis e acessível com audiodescrição / Na ocasião haverá debate sobre o tema com moradores locais
Cartaz Realidade Visceral
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Sequestramos Augusto César 
Com dívidas no banco e um agiota em seu encalço, Marcão resolve armar o falso sequestro de seu velho amigo. Diretor: Guilherme Campos, 2004. Classificação: 16 anos
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Local: Associação São Francisco de Assis / Quadra 12 Conjunto D lote 45, Cidade Estrutural / Dia: 27/06/2018 / Horário: a partir de 16h / Classificação: 16 anos / Evento grátis e acessível com audiodescrição / Na ocasião haverá debate sobre o tema com moradores locais
Sequestramos Augusto César FOTO
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Registro do filme C(ELAS)

O que elas acharam do C(ELAS)? Dois depoimentos em vídeo e fotos registraram a nossa sessão para o curta C(ELAS). Nossa presença na Cidade Estrutural vem causando impacto por promover a reflexão por meio da cultura, em especial do audiovisual, da literatura e do artesanato em oficinas participativas. O Transversalidades é apenas um meio, pois quem conduz as atividades são as participantes.

 

 

 

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Nossa atividade foi interessante. Apenas mulheres participaram, com exceção do arte-educador do cineclube Transversalidades, Andrey do Amaral. Embora o contexto fosse bem conhecido das participantes (por viverem em área de alta criminalidade, elas se chocaram como a Justiça e a Lei trata as mulheres. Algumas quiseram gravar um testemunho em vídeo. O que ficou marcado para a maioria é que as mulheres não apareciam como personagens, pois seus rostos não apareciam. Já as grades, essas sim estavam presentes a todo o tempo bem focalizadas como personagens principais. O que elas acharam interessante é que em nenhum momento foi abordado qual foi o crime que elas cometeram. Nossa abordagem foi com temas variados como violência contra a mulher, mães solteiras, separação, sistema carcerário. Como reflexão, as participantes levaram para casa uma lição: o crime nunca compensa, principalmente quando se espera uma criança.

ESTE PROJETO É/FOI REALIZADO COM RECURSOS DO FUNDO DE APOIO À CULTURA DO DF

 

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C(ELAS)

Neste domingo, 17/6, a partir de 9h, exibiremos o curta-metragem C(ELAS). Os meses finais da gravidez e os primeiros após o nascimento de um bebê são experiências únicas na vida de uma mulher. E quando esse cotidiano é vivido dentro de uma penitenciária? MELHOR FILME (JURI TÉCNICO) DA MOSTRA FOCO CAPIXABA, INTEGRANTE DO 24O FESTIVAL DE CINEMA DE VITÓRIA. Iremos debater o papel da mulher na sociedade e quão vítima podemos ser para querermos “ajudar” nossos companheiros. Sessão grátis e acessível.

 

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C-ELAS

 

ESTE PROJETO É/FOI REALIZADO COM RECURSOS DO FUNDO DE APOIO À CULTURA DO DF.

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Casamento Infantil

Por incrível que pareça, em 2018 muitas pessoas pensam ser normal crianças de 12, 13, 14 anos se casarem. Neste domingo, dia 27/05, exibimos para a comunidade da Estrutural o curta-metragem Casamento Infantil. Nossa intenção, tal qual a do roteiro, é acabar com a cultura do “mas pelo menos”. Por exemplo: “Ah, ela se casou aos 12 anos, mas pelo menos está casada” ou “Ela engravidou aos 13, mas pelo menos o macho quis casar com ela”. Isso também é violência contra a mulher. Lutamos pela dignidade da pessoa humana, lutamos pelo direito à infância, lutamos pelo direito de escolha. O filme sensibilizou bastante ao público, inclusive os homens espectadores. Participaram das atividades a cineclubista Fernanda Carvalho e o arte-educador Andrey do Amaral. Este evento é patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, da Secretaria de Cultura do Distrito Federal. Agradecemos imensamente o apoio da Taturana Mobilização Social, a distribuidora de alguns filmes do Cineclube Transversalidades.

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Relatório Casamento Infantil Plataforma Taturana

SINOPSE Casamento Infantil
O Brasil é o quarto maior país em números absolutos em casamento infantil. Marília tem 15 anos e vive no interior do Maranhão. Daniela tem dois filhos e vive em um bairro de periferia de São Paulo. Em comum a história de duas meninas que tiveram suas vidas impactadas pelo casamento precoce. O documentário explora o impacto dessas realidades enquanto pesquisadores, cientistas sociais e legisladores entre outros discutem o impacto desses números no país.

FICHA TÉCNICA
Realização: Plan International Brasil / Produção: 3Filmgroup.tv / Direção: Raphael Erichsen / Fotografia: Daniel Graf, Bruno Sandini e Raphael Erichsen / Pesquisa: Mariana Chaves e Viviana Santiago / Produção: Mariana Chaves / Distribuição: Taturana Mobilização Social

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Este projeto foi/é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal

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Chega de Fiu Fiu

Com muita alegria, exibimos neste domingo (27/05) o filme Chega de Fiu Fiu para a comunidade da Estrutural. O é um documentário sobre a atitude machista de simples gestos não considerados como abuso. Um simples assobio ou um simples olhar podem sim ser considerados como violência contra as mulheres. A plateia prestigiou o debate e levamos a reflexão para o engajamento de cada espectadora. Na ocasião, distribuímos gratuitamente o livro Um Soco na Alma, cuja temática trata da violência psicológica contra a mulher. Esta ação é patrocinada pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, da Secretaria de Cultura do Distrito Federal. Agradecemos imensamente o apoio da Taturana Mobilização Social, a distribuidora de alguns filmes do Cineclube Transversalidades.

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Relatório Chega de Fiu Fiu Plataforma Taturana

SINOPSE Chega de Fiu Fiu
As cidades foram feitas para as mulheres? O filme Chega de Fiu Fiu narra a história de Raquel, Rosa e Teresa, moradoras de três cidades brasileiras, que, por meio de ativismo, arte e poesia resistem e propõem novas formas de (con)viver no espaço público.

FICHA TÉCNICA
Direção : Amanda Kamanchek e Fernanda Frazão / Produção Executiva : Juliana Lemes e Lucas Kakuda / Direção de Fotografia : Lucas Kakuda / Direção de Produção e Ass. de Direção : Camila Biau / Montagem: Cibele Appes / Com: Rosa Luz, Raquel Carvalho e Teresa Chaves / Convidadas especialistas: Djamila Ribeiro, Juliana de Faria, Luana Hansen, Margareth Rago, Nilceia Freire

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Este projeto foi/é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal

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Combate à violência

 

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Banner 9 Casamento Infantil 27-05

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