Laion Borges, do Programa Antonieta de Barros (PAB). O jovem cursa o terceiro ano do ensino médio e pensa em prestar vestibular para jornalismo.
Laion rapidamente se apropriou da ferramenta de edição de áudio e busca se aperfeiçoar em textos noticiosos.
Ele já publicou textos aqui
http://conexaojk.blogspot.com/2011/09/crime-contra-casal-homossexual.html
Veja vídeo dele gravando locução aqui
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Redes em Rede me debate no FST 2012
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Confira a minha participação no Pós-TV da Fora do Eixo. O debate foi realizado durante o Fórum Social Temático (FST), Conexões Globais 2.0 em janeiro de 2012, na cidade Porto Alegre. Em debate, o Redes em Rede. Também participaram Renato Rovai (Revista Fórum) e Thiago Skárnio (Pontão Ganesha e Alquimídia).
http://www.ustream.tv/recorded/20021941

Renato Rovai e Juliana Bassetti participam de debate no Pós-TV durante o Conexões Globais no FST 2012
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PRODUÇÃO DE CONTEÚDO DURANTE O III FÓRUM DE MÍDIA LIVRE, PORTO ALEGRE, 2012
Mídia alternativa e a “revolução” no Mundo Árabe
http://www.overmundo.com.br/overblog/midia-alternativa-e-a-revolucao-no-mundo-arabe
Por: Thiago Skárnio, LuZuê e Projeto Conexão Amanajé – Juliana Bassetti
A terceira edição do Fórum de Mídia Livre (FML), evento que aconteceu em Porto Alegre (RS), nos dias 27 e 28 de janeiro – paralelamente ao Fórum Social Temático (FST), foi repleta de discussões sobre o espaço da mídia no contexto das mobilizações globais por um mundo mais democrático, plural, participativo e sustentável.
Nos três eixos de discussão (que colocaram em questão o “Direito à Comunicação”, “A Apropriação Tecnológica e Redes” e “As Políticas Públicas”) ficou claro que os midialivristas e todas as suas formas de organização e expressão (blogs, redes sociais, comunicação comunitária, produção audiovisual, veículos alternativos, etc.) conquistam espaço e importância em todo o mundo.
Mas esse espaço e importância ficaram ainda mais marcantes durante o Painel Internacional “Mídia Alternativa na Palestina”, realizado às 11h00, no primeiro dia do FML. Tratava-se da exposição de impressões e realidades de pessoas que vivem em países nos quais a mídia e a comunicação são submetidas à vontade dos governos, cerceando o acesso à informação ou à pluralidade de ideias.
De acordo com Mohamed Leghtas, coordenador do portal da sociedade civil Magreb/Mackrek, uma situação diferenciada começou a surgir em 2007, quando o Fórum Social Mundial foi realizado no Quênia, e o Mundo Árabe se deu conta de que não usava a internet para comunicação. Representantes da Líbia, Palestina, Egito, Argélia e Iraque iniciaram um projeto de uso da rede como forma de comunicação alternativa, e o passo inicial foram oficinas de treinamento da comunidade local em uso de software livre, celulares e postagem de vídeos e fotos em plataformas como Facebook e YouTube.
“A situação política na região foi caracterizada pela falta de liberdade de expressão, de diálogo, e falar em novas tecnologias de comunicação foi uma maneira de ultrapassar o controle e a censura. Naquela ocasião, várias alternativas de mídias foram desenvolvidas”, lembrou Mohamed. Das rádios comunitárias à comunicação em rede, todas as alternativas foram utilizadas para dar início ao que Mohamed classifica como uma ‘revolução’.
Os resultados foram rápidos e eficientes, conforme as informações e dados listados por Mohamed. Desde que se iniciou esse processo, o número de usuários do Facebook triplicou (hoje são mais de 7 milhões de pessoas), e durante a revolução do Egito, 1,7 milhão discutiram o fato pelo site. “Muita network tem se realizado entre os movimentos sociais na região. São ferramentas para a luta. Sem armas AK-47, mas com Twitter e Facebook. A câmera é uma arma sem balas”, explica Leghtas, acrescentando que “estão ocorrendo muitas mudanças, mas não sabemos para qual direção apontam”.
Na opinião de Ahmad Jaradat, do Alternative Information Center, a mídia alternativa contribui com essas mudanças de comportamento nas esferas social e política, na medida em que disponibiliza olhares diferenciados aos fatos, e dão espaço para o que não é divulgado pelos veículos oficiais. “Em 1993 todos os jornais eram controlados antes de ser distribuídos, e hoje podemos falar do dois tipos de mídia: a oficial, que quer manter como tudo é, e a mídia alternativa, que quer a mudança”, afirmou.
Ahmad destaca, entretanto, que atualmente uma das ocupações da polícia tem sido controlar a mídia. “Muita gente foi presa em função do que publica em jornais e blogs”, informou.
Mas isso não diminui a atividade em rede, conforme apontou. O primeiro ministro da Palestina impôs uma política, e as pessoas, especialmente os jovens, estão se manifestando através do Facebook, principalmente contra a ocupação da Palestina e em relação à política salarial imposta pelo governo. Ahmad insite na importância política desse comportamento gerado pela comunicação em rede: “A questão não é simplesmente enviar informação às pessoas, mas estimular as reflexões a respeito da realidade”.
Nesse processo, os jovens têm papel fundamental. De acordo com a jornalista Baby Siqueira Abrão, corresponde do Brasil de Fato na Palestina e representante do Palestinian Center Peace and Democracy, isso acontece não apenas porque são usuários das comunicação via redes sociais, mas também por uma característica inerente à idade: “Os jovens não aceitam estar submetidos a partidos políticos. Eles querem seguir uma nova ideia, uma nova proposta”.
O Palestinian Center dá cursos de formação política para jovens da Cisjordânia, explorando temas como democracia e sociedade civil. Além disso, recebem treinamento na área de mídia. Ao final do curso, vários acabam criando seus próprios programas. Para muitos, esta é a única alternativa de aprendizado e espaço para discussão. “As vilas são muito simples, muçulmanas, vivem da agricultura. A universidade é cara e não existe ensino superior público.
Segundo a jornalista, há várias manifestações e disputas entre sociedade civil e governo que sequer chegam a ser noticiadas por aqui. “Não existe espaço no Brasil para notícias da Palestina. Só a mídia alternativa, como o Brasil de Fato, Carta Maior e outros poucos abrem espaço para o assunto. Mas graças à internet, o mundo toma conhecimento disso”, concluiu.
Assista um trecho dos debates no painel internacional do III FML em http://www.ustream.tv/recorded/20039688
III FML quer somar
Na abertura do FML, destaque para a importância de se agregar movimentos sociais ao debate
http://www.ciranda.net/auteur/pontao-ganesha
Texto: (Pontão Ganesha e Juliana Bassetti – Projeto Conexão Amanajé / Imagens: Coletivo Fora do Eixo)
Na mesa de abertura do III Fórum de Mídia Livre (FML), que aconteceu na manhã desta quinta-feira (27/01), em Porto Alegre, Rita Freire, da Ciranda da Comunicação, se aproveitou de um relato sobre o histórico do evento para destacar a importância do movimento como difusor dos debates a respeito da mídia e do direito ao acesso à comunicação em todo o mundo. “O primeiro FML aconteceu no Rio de Janeiro, em 2008, e reuniu ativistas de comunicação e outros movimentos preocupados com essa luta. Começava ali não apenas um diálogo sobre a mídia, mas também um processo para que os demais movimentos da sociedade também se apropriassem dessa discussão”, lembrou.
Para ela, o FML foi, na verdade, o leito de um processo de contribuições para o estabelecimento de agendas relacionadas a políticas públicas nas áreas da cultura e da mídia, inclusive a política de Pontos de Cultura.
Passados quase quatro anos daquele primeiro encontro, quando se buscava um diálogo com os governos para garantir direitos aos cidadãos, as colocações feitas no primeiro dia do FML evidenciam que houve progressos, mas também retrocessos, conforme explicou Rodrigo Savazoni, da Casa de Cultura Digital. “Se fizermos uma análise conjuntural, na troca de governo percebemos retrocessos, afinal, quando se pensa em política pública, o Estado precisa estar presente. No entanto, tivemos uma redução desse canal e também na qualidade do debate”, afirmou.
Opinião semelhante foi manifestada por Rachel Bragatto, dos coletivos Soylocoporti e Intervozes, que chamou atenção para uma questão que há tempos tem lugar garantido na pauta das discussões sobre o mídia e comunicação: o marco regulatório das comunicações. Para Rachel, essa definição é imprescindível. “Entidades e sociedade civil compartilharam a pauta do direito à comunicação, e é fundamental que seja garantida a variação de vozes, opiniões e cultura e o direito de veiculá-las também na grande mídia. Dependemos do governo para estabelecer esse marco”, acrescentou.
A ideia da mídia livre parece ter transbordado em si mesma. As discussões levantadas não se limitam a fronteiras geográficas. “Estávamos em Dakar no momento da queda das ditaduras árabes, em janeiro de 2011, e ali se pensou na realização do 2º FMML (Fórum Mundial de Mídia Livre) dentro da cúpula dos povos durante a conferencia da ONU sobre desenvolvimento sustentável, justiça climática e ambiental, na Rio + 20. Esperamos dar uma resposta aos países africanos que pediram para definir Mídia Livre”, lembrou Rita Freire.
Mas a importância da discussão não se resume a definições, e de acordo com Ivana Bentes, coordenadora do Pontão da ECO – UFRJ, uma das propostas a se levar para a Rio+20 é a de sair da discussão e usar a potência de mobilização e organização do ‘midialivrismo’. “A mídia é estruturante. Mais do que conceituar Mídia Livre, precisamos saber como podemos usar as ferramentas e como podemos agregar”, disse.
A estruturação da mídia também foi abordada por Marcelo Branco, coordenador do Conexões Globais, para quem as mídias sociais são, mais do que uma maneira de se fazer comunicação, uma nova forma de organização. “Os garotos na nova geração passam o dia discutindo na internet. E essa prática é muito importante, porque esse formato de mesa, palestra, não funciona. Nós abrimos oficinas online e as 250 vagas lotaram rapidamente”, exemplificou. Para Marcelo, iniciativas como as que aconteceram em Nova Iorque, com o movimento “Ocupa Wall Street”, são resultado desse processo, onde grandes corporações e movimentos sociais buscam um reposicionamento. “Existe essa novidade e precisamos nos aprofundar também nesse tema, nesse novo espaço de disputa”, opinou.
Há muito debate pela frente. “Precisamos nos reposicionar. Para discutir política pública, precisamos de uma análise de conjuntura que possa nos apontar a direção para onde vamos caminhar”, conclui Rodrigo Savazoni.
As discussões no III Fórum de Mídia Livre circulam ao redor de três eixos principais (direito à comunicação, apropriação tecnológica e políticas públicas), e prosseguem durante a tarde de sexta e todo o sábado (27 e 28/01), na Casa Mario Quintana, em Porto Alegre.
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Debate sobre políticas públicas de comunicação traz experiências do Brasil e da Argentina
Matéria produzida pelo Pontão Ganesha e Juliana Bassetti – Projeto Conexão Amanajé / Colaborou Michele Torinelli, do Coletivo Soylocoporti
A primeira mesa do segundo dia de debates do III Fórum de Mídia Livre, na manhã deste sábado (28/01), teve como tema central as Mídias Livres e as Políticas Públicas. Rosane Bertotti, coordenadora do Fórum Nacional para a Democratização da Comunicação (FNDC), falou da convergência para a criação da plataforma de democratização da comunicação, o Plano Nacional da Banda Larga (PNBL), traçado pelo governo Lula.
“Não chegamos a garantir que a banda larga seja pública e que a população tenha acesso. Não basta a informação; se não há acesso, a democracia não se estabelece”, considerou, afirmando que nesse sentido é necessário que haja resistência a propostas como o Projeto de Lei 84/99 – o AI5 Digital – e todas as demais iniciativas que não garantam à população acesso à informação e políticas públicas.
Em relação ao marco regulatório, Rosane chamou atenção para a pouca participação popular, que em sua opinião tem influência sobre o fato de o marco não passar de uma série de documentos. “Mas não é apenas vontade política. Precisamos apontar para onde queremos ir e atuar fortemente no marco regulatório”, insistiu, reafirmando a necessidade de que sejam garantidos não apenas a sustentabilidade e financiamento de rádios comunitárias e revistas produzidas pelas novas mídias, mas também a sustentabilidade do debate.
Rosane reforçou o discurso repetido desde os primeiros debates do Fórum de Mídia Livre, que em sua maioria defendem que o movimento midialivrista deve incorporar a luta de outros movimentos, como forma de convergir e reforçar o processo democrático.
Trata-se de um movimento que se replica rapidamente em países de diferentes línguas e culturas, mas que têm em comum a necessidade de tornar efetiva uma nova forma de fazer comunicação.
A argentina Judith Gerbaldo, integrante da Associação Latino-Americana de Educação Radiofônica (ALER), falou sobre o processo da elaboração da Lei de Serviços de Comunicação Audiovisual Argentina, promulgada em outubro de 2009.
Judith lembrou que a construção dos 21 pontos teve início em 2005, quando começaram a plantar essa ideia a partir de conversar com pessoas que estavam impulsionando novos modos de fazer comunicação. Os primeiros questionamentos foram sobre os meios vigentes e as políticas de comunicação existentes na Argentina. “Se eu tenho uma rádio com 30 Watts, a quem alcanço? A quem posso incomodar? Até onde as atuais leis permitem que os meios cresçam e se desenvolvam? Essas perguntas nortearam nossa busca por novas normas e por novos meios de se fazer comunicação”, relata.
Num segundo momento, com a organização dos meios alternativos, novas questões surgiram: “Queremos reproduzir a mídia hegemônica ou buscar outros modelos, outros valores? Porque esse pontos estão por detrás das políticas de comunicação. Temos que saber para quê servem a lei e o marco regulatório”. Em parceria com o Foro Argentino de Rádios Comunitárias (FARCO), reuniram mais de 300 entidades em torno dessa discussão. “Criamos os 21 pontos considerando a comunicação como um direito fundamental”, explica.
A partir daí, um amplo processo de discussão pública se abriu com campanhas puxadas pelas organizações sociais. “Foi histórico. Um ponto de encontro de setores populares com o meio político, que tomou essa demanda e a converteu em lei”, relembra Judith. Em 2008, com as eleições para presidente, ela explica que o processo avançou e conquistou o apoio da presidenta eleita, Cristina Kirchner, que se comprometeu a enviar o projeto de lei para o Congresso, aprovado no ano seguinte.
Porém, para ela, a conquista da lei foi um ponto de chegada para reiniciar a luta. Como a lei vai se aplicar, como serão definidas as frequências no espectro e a questão da digitalização dos meios são temas que ainda precisam ser mais debatidos. “Temos que seguir lutando e acompanhando esse processo. Estamos trabalhando também teatro, mecanismos de produção de cultura e possibilidades de construção conjunta, na tentativa de construir um mundo mais inclusivo”, relata.
E para os países que pretendem seguir os passos argentinos, Judith explica que não existe uma receita para superar as limitações, mas que é possível tornar realidade o que se imagina impensável. Ela acredita que um bom começo é acreditar na perspectiva da integração latino-americana, como forma de nos tornarmos menos dependentes dos Estados Unidos e Europa e de fortalecer o reconhecimento a nossa própria cidadania.
Essa matéria também foi publicada nos sites abaixo:
AGÊNCIA ABRAÇO
CIRANDA.NET
http://www.ciranda.net/porto-alegre-2012/article/debate-sobre-politicas-publicas-de
BLOG DO FÓRUM SOCIAL MUNDIAL
PONTÃO GANESHA
http://www.alquimidia.org/ganesha/index.php?mod=pagina&id=13022&grupo=24
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Na abertura do FML, destaque para a importância de se agregar movimentos sociais ao debate
Texto: Pontão Ganesha e Juliana Bassetti – Projeto Conexão Amanajé
Na mesa de abertura do III Fórum de Mídia Livre (FML), que aconteceu na manhã desta quinta-feira (27/01), em Porto Alegre, Rita Freire, da Ciranda da Comunicação, se aproveitou de um relato sobre o histórico do evento para destacar a importância do movimento como difusor dos debates a respeito da mídia e do direito ao acesso à comunicação em todo o mundo. “O primeiro FML aconteceu no Rio de Janeiro, em 2008, e reuniu ativistas de comunicação e outros movimentos preocupados com essa luta. Começava ali não apenas um diálogo sobre a mídia, mas também um processo para que os demais movimentos da sociedade também se apropriassem dessa discussão”, lembrou.
Para ela, o FML foi, na verdade, o leito de um processo de contribuições para o estabelecimento de agendas relacionadas a políticas públicas nas áreas da cultura e da mídia, inclusive a política de Pontos de Cultura.
Passados quase quatro anos daquele primeiro encontro, quando se buscava um diálogo com os governos para garantir direitos aos cidadãos, as colocações feitas no primeiro dia do FML evidenciam que houve progressos, mas também retrocessos, conforme explicou Rodrigo Savazoni, da Casa de Cultura Digital. “Se fizermos uma análise conjuntural, na troca de governo percebemos retrocessos, afinal, quando se pensa em política pública, o Estado precisa estar presente. No entanto, tivemos uma redução desse canal e também na qualidade do debate”, afirmou.
Opinião semelhante foi manifestada por Rachel Bragatto, dos coletivos Soylocoporti e Intervozes, que chamou atenção para uma questão que há tempos tem lugar garantido na pauta das discussões sobre o mídia e comunicação: o marco regulatório das comunicações. Para Rachel, essa definição é imprescindível. “Entidades e sociedade civil compartilharam a pauta do direito à comunicação, e é fundamental que seja garantida a variação de vozes, opiniões e cultura e o direito de veiculá-las também na grande mídia. Dependemos do governo para estabelecer esse marco”, acrescentou.
A ideia da mídia livre parece ter transbordado em si mesma. As discussões levantadas não se limitam a fronteiras geográficas. “Estávamos em Dakar no momento da queda das ditaduras árabes, em janeiro de 2011, e ali se pensou na realização do 2º FMML (Fórum Mundial de Mídia Livre) dentro da cúpula dos povos durante a conferencia da ONU sobre desenvolvimento sustentável, justiça climática e ambiental, na Rio + 20. Esperamos dar uma resposta aos países africanos que pediram para definir Mídia Livre”, lembrou Rita Freire.
Mas a importância da discussão não se resume a definições, e de acordo com Ivana Bentes, coordenadora do Pontão da ECO – UFRJ, uma das propostas a se levar para a Rio+20 é a de sair da discussão e usar a potência de mobilização e organização do ‘midialivrismo’. “A mídia é estruturante. Mais do que conceituar Mídia Livre, precisamos saber como podemos usar as ferramentas e como podemos agregar”, disse.
A estruturação da mídia também foi abordada por Marcelo Branco, coordenador do Conexões Globais, para quem as mídias sociais são, mais do que uma maneira de se fazer comunicação, uma nova forma de organização. “Os garotos na nova geração passam o dia discutindo na internet. E essa prática é muito importante, porque esse formato de mesa, palestra, não funciona. Nós abrimos oficinas online e as 250 vagas lotaram rapidamente”, exemplificou. Para Marcelo, iniciativas como as que aconteceram em Nova Iorque, com o movimento “Ocupa Wall Street”, são resultado desse processo, onde grandes corporações e movimentos sociais buscam um reposicionamento. “Existe essa novidade e precisamos nos aprofundar também nesse tema, nesse novo espaço de disputa”, opinou.
Há muito debate pela frente. “Precisamos nos reposicionar. Para discutir política pública, precisamos de uma análise de conjuntura que possa nos apontar a direção para onde vamos caminhar”, conclui Rodrigo Savazoni.
As discussões no III Fórum de Mídia Livre circulam ao redor de três eixos principais (direito à comunicação, apropriação tecnológica e políticas públicas), e prosseguem durante a tarde de sexta e todo o sábado (27 e 28/01), na Casa Mario Quintana, em Porto Alegre.
http://ganesha.org.br/index.php?mod=pagina&id=13019&grupo=24
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PROGRAMA RADIALÍSTICO “BOM DIA CIDADÃO”
Os Pontos de Cultura, juntamente com outras entidades sem fins lucrativos ganharam um espaço de entrevistas no programa “Bom Dia Cidadão”, veiculado pela Rádio AL Online, a radio da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. O programa foi a ao ar entre abril e agosto de 2011, diariamente, sempre às 8h da manhã. No total, foram gravados mais de 60 programas. Todos eram disponibilizados para download.
A Associação 3K-Xolas, da cidade de Maravilha, publicou em seu blog a notícia de que foi pauta do programa (leia clicando aqui)
O entrevistado Jone Schuster agradeceu no blog da entidade a oportunidade: “De acordo com Jone Schuster, a oportunidade dada pela jornalista Juliana Bassetti – que foi quem o procurou para apresentar a entidade maravilhense ao estado – serviu para divulgar e tornar forte o nome da Associação 3’K-Xolas como promotora e defensora da Cultura na região Oeste”
Com o fim do programa, em agosto de 2008, por motivos desconhecidos, os programas foram retirados do site da Rádio AL Online. Por sorte, muitos deles ainda estavam salvos no computador usado para a edição do programa. Parte deles estão agora publicados abaixo:
Abadeus – Criciúma (Ponto de Cultura)
Associação Cultura Matakiterani – Lages (Ponto de Cultura)
Pescadores de Sonhos/ Baiacú de Alguém – Florianópolis (Ponto de Cultura)
Encontro de Cineclubes Catarinenses
Açor Sul – Sombrio (Ponto de Cultura)
8ª Semana do Autor Chapecoense. Fundação Cultural de Chapecó
Difusão dos Tambores Japoneses – Joinville (Ponto de Cultura)
Festival Cultural de Inverno de Pomerode
Instituto Judô para Todos – Florianópolis
Projeto Casa José – Florianópolis
Reciblu – Cooperativa de Reciclagem – Blumenau
33º Encontro Regional do Núcleo de Estudos Museológico da UFSC – Itajaí
Biblioteca Livre do Campeche (Bilica) – Florianópolis
Museu Comunitário Engenho do Sertão – Bombinhas (Ponto de Cultura)
Grupo de Dança Folcórica Belli Balli – Blumenau (Ponto de Cultura)
Grupo Africatarina – Florianópolis
OMDA – Organização para o Movimento e o Desporto Adaptado – Grande Florianópolis
Associação 3′K-Xolas de Profissionais da Cultura – Maravilha
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GLOSSÁRIO PARA TWITTER

Fulano te retuitou e ainda disse pra você olha a DM que ele te mandou??? Se você entrou há pouco tempo no Twitter e está boiando nessas novas “gírias”, saiba o que significa algumas expressões comuns entre usuários do Twitter.
Glossário dos principais comandos
Seguir: botão para começar a seguir alguém.
Deixar de seguir: botão para parar de seguir.
Responder: botão para responder alguém.
Tweet ou tuíte: Ou seja, tudo que é escrito em 140 caracteres.
Retweet ou RT ou retuíte. É retuitar, encaminhar aos seus seguidores o tweet de outrem, seja porque você concordou ou quer criticar. Se você der RT sem cometários, é porque concorda. Se discorda, é deve colocar sua opinião na frente.
Ex.: Lamentável! RT @juba7 Voltei a fumar.
Mensagens Diretas – Direct Message (DM): mensagem direta, privada. Só recebe a pessoa que você mandou.
Usar o botão de Direct Message
#Descobrir: lista os principais assuntos do momento e permite buscar assuntos por palavra
@Conectar: últimos contatos feitos na sua conta
Timeline: linha do tempo. Onde você recebe os tweets de todos aqueles que você segue.
Edit Profile: local para editar o seu perfil
Bio: “biografia”. Local destinado à descrição, em 160 caracteres, sobre você. Adicionar no Configurações – Perfil
Seguidores – Followers: seguidores. Indica o número de pessoas que te seguem.
Seguindo – Following: indica o número de pessoas que você segue.
Bloquear e Denunciar: bloquear um seguidor ou marcar como Spam
Desbloquear: desbloquear um seguidor
Avatar: foto do perfil. Adicionar o “Edit Profile”
Listas: lista de categorias criadas por você ou nas quais você foi incluído com as pessoas que tem a ver com as categorias criadas
Hashtag ou #: mecanismo para rotular um assunto. Isso facilita a busca por um assunto em comum.
Tag: o mesmo que rótulo
Nickname: apelido Ex.: @juba7 No twitter, quanto menos, melhor, pois restam mais espaço para escrever nos 140 caracteres.
Twitter baleiando: É que o Twitter está trabalhando acima da capacidade dele e não, muita gente tentando entrara, e ele não consegue acessar sua conta. Nessa hora aparece uma baleia na tela, por isso “baleiando”.
O que não fazer via Twitter
Bater papo
Escrever texto longo em vários tweets (use um blog) porque quem segue muitas se pessoas se perde.
Retuitar tudo que falam de você (soa ególatra) e te faz perder seguidores
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CPI DO ECAD ANALISA ATIVIDADES DA INSTITUIÇÃO EM SC
16/11/2011 12:43
Por: JULIANA BASSETTI
Ouça a matéria clicando aqui
A CPI, Comissão Parlamentar de Inquérito, que está investigando as atividades do Escritório Central de Arrecadação de Direitos, o Ecad, realizou na manhã desta quarta-feira, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, uma audiência pública com depoimentos de instituições ligadas aos músicos, rádios comunitárias e especialistas sobre o recolhimento das taxas referentes aos direitos autorais dos artistas. A CPI foi aberta no Senado por conta de denúncias de que as taxas do ECAD são cobradas sem critérios de transparência, nem há distribuição dos recursos arrecadados. Muitos músicos alegam nunca ter recebido o repasse do ECAD. De acordo com dados da própria instituição, até outubro deste ano, só em Santa Catarina, foram arrecadados R$ 14 milhões de reais. Giselle Pinto da Luz, gerente do ECAD em Santa Catarina, disse que entidade tem o objetivo de assegurar a propriedade intelectual dos cantores e compositores.
Entidades como a Associação Coral de Florianópolis e a ABRAÇO, a Associação Brasileira de Rádiodifusão Comunitária, são contra a cobrança de taxas das entidades sem fins lucrativos. João Carlos Santin, Coordenador Jurídico da ABRAÇO Nacional, conta que o ECAD recolhe cerca de R$ 300 reais mensais das 60 rádios comunitárias filiadas à entidade.
O músico e representante da Abramus, Associação Brasileira de Música e Artes, Moriel da Costa, relata que falta informação por parte dos compositores e que muitos têm direitos retidos no ECAD, mas que é preciso se filiar para receber o repasse e conferir os demonstrativos.
O presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), explica que os relatos são importantes para o relatório final e uma possível revisão da lei que regulamenta os direitos autorais no Brasil.
A deputada Angela Albino (PCdoB), solicitante da reunião, disse que vai propor uma audiência pública para debater o tema em nível estadual.
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RÁDIOS COMUNITÁRIAS MOBILIZADAS

Leitura das reivindicações da Abraço/SC durante audiência pública do orçamento regionalizado em Tubarão
Matéria em áudio: Juliana Bassetti. Ouça clicando aqui
Texto: Aline Nandi
Durante a 4ª Audiência Pública do Orçamento Regionalizado o Presidente da Comissão de Finanças e Tributação e Relator do Orçamento Regionalizado, deputado Gilmar Knaesel (PSDB), atendeu a ABRAÇO-Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária representada no ato por radialistas e diretores das rádios atuantes no movimento. Na oportunidade foi apresentada a proposta de inclusão das Associações de radiodifusão comunitária nas campanhas e na divulgação dos atos institucionais do governo de Santa Catarina. Knaesel se comprometeu com estudo das possibilidades para concretização da demanda.
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Clique na imagem para visualizar o blog do projeto Conexão Amanajé.






















































































