quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

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Encontro de Pontos de Cultura

Teia-regional da MACRO OESTE

A ARTE DOS PONTOS TECENDO EMBU

EMBU TECENDO A ARTE DOS PONTOS 

A TEIA REGIONAL será o encontro da diversidade cultural expressada pelos PONTOS DE CULTURA, da região oeste da grande São Paulo, que agrega os municípios de Embu das Artes, Carapicuíba , Itapecerica da Serra , Embu-Guaçu, Santana de Parnaíba, Barueri, Osasco, Cotia, Taboão da Serra, Caieiras, além dos Pontos da região, Pontos de Cultura de outras regiões do estado, estarão na cidade do Embu das Artes nos dias 20, 21 e 22 de maio de 2011.

Este encontro é organizado pela Comissão Paulista de Pontos de Cultura, em parceria com a Prefeitura de Embu das Artes, a Secretaria de Cultura do Embu , o Sesc Santo Amaro , o Ministério da Cultura, e a Fundação Nacional de Artes – FUNARTE. 

A TEIA regional  será estruturada em três pólos culturais do Embu, Centro Cultural Mestre Assis, Parque Rizzo e Teatro Popular Solano Trindade. Nesses pólos teremos mostras artísticas, seminários e oficinas que proporcionarão um encontro de reflexão e encantamento. A mostra artística será composta por espetáculos musicais, teatrais, de dança, além de uma mostra audiovisual dos Pontos de Cultura. A idéia é promover a integração entre fazedores culturais, artistas e a produção dos Pontos de Cultura. Haverá também uma feira de Economia Solidária e uma exposição de Artes Plásticas, sob o título, Artistas , traços e cores.

 Para saber mais entre no blog da teia: http://culturadigital.br/teiaoestesp/


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TEIA – Embu tecendo a arte dos Pontos, a arte dos Pontos tecendo o Embu

Após meses de articulação e organização estamos cada vez mais proximos da realização da TEIA regional dos Pontos de Cultura da macro grande SP oeste, rede esta que articulo enquanto Tuxaua.

Parabéns aos Pontos da região pela organização!!!


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Algumas reflexões sobre o processo de construção do movimento Cultura Viva/Pontos de Cultura

“Os silenciados querem ser

vistos e se fazer ouvir”

(Célio Turino)

É relevante o resgate histórico desse movimento a partir do reconhecimento que muito antes de se tornarem uma política pública os “pontos de cultura” da existiam. Eles são milhares, são milhões no Brasil. A partir do diálogo entre estas iniciativas e os movimentos culturais que já aconteciam em diversos lugares do território brasileiro é que nasce o Programa Cultura Viva como uma política pública do Ministério da Cultura, num contexto de relação compartilhada entre a sociedade civil e o Estado. Criou-se uma possibilidade de se ampliar e potencializar o trabalho de democratização que entidades sócio-culturais já desenvolviam em todo o país, articulando estas iniciativas em rede. O Cultura Viva é fruto do reconhecimento, por um governo democrático, de lutas e conquistas históricas do movimento cultural popular.

Os Pontos de Cultura são hoje uma referência nacional e internacional no sentido da democratização da cultura e de seus meios de produção. Compreendendo que não existe projeto de desenvolvimento autônomo e sustentável que não passe pela cultura, a ação dos pontos em todo o país contribui para o surgimento e consolidação de formas criativas, colaborativas e inovadoras de ação cultural e política, fortalecimento de novas redes de comunicação e o reconhecimento de saberes e fazeres tradicionais, interações de linguagem e expressões artísticas.

Vistos em uma perspectiva histórica, os pontos de cultura são uma experiência recente, mas que representam uma linha de continuidade com diversos movimentos de construção das identidades e manifestações da diversidade do povo brasileiro. São herdeiros das diversas resistências indígenas e quilombolas registrada na história real, da Semana de Arte Moderna de 22, dos Centros Populares de Cultura (CPCs) da UNE, dos Círculos de Cultura de Paulo Freire, do Tropicalismo, da resistência cultural à ditadura, das expressões culturais da juventude na periferia das grandes cidades, dos saberes e práticas de tradição oral de griôs e mestres da cultura popular.

O Programa Cultura Viva é formulado e desenvolvido desde 2004 pelo então Secretário Célio Turino e a Secretaria de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura, hoje Secretaria de Cidadania Cultural. Ao reconhecer e ativar pontos nevrálgicos da expressão, criação e identidade cultural, inspira e impulsiona a criação de ações, redes, movimentos e circuitos culturais. Os Pontos de Cultura apontam para o surgimento de novas formas de relação entre o estado e a sociedade, em que o estado, ao invés de impor, dispõe as condições e os meios para o exercício da autonomia, protagonismo e empoderamento social.

O que iniciou como um programa governamental extrapolou as fronteiras institucionais e hoje os pontos de cultura emergem com a força de um movimento social presente e organizado em todo o país. Nos últimos 04 anos este movimento se (re)conheceu, se encontrou e se fortaleceu e a sua celebração se traduz com o encontro nacional Teia e o Fórum Nacional dos Pontos de Cultura.

O Fórum Nacional dos Pontos de Cultura é a expressão legítima e organizada deste movimento da cultura brasileira, que apresenta para o conjunto da sociedade sua produção artística, pautas políticas, práticas pedagógicas, manifestações e expressões culturais.

São objetivos permanentes do FNPC

- Elaboração de propostas de políticas públicas de estado para a cultura no Brasil, em especial no que se refere aos Pontos de Cultura, ao Programa Cultura Viva e ao Plano Nacional de Cultura.

- Proposição de novos marcos legais que afirmem a cultura como direito de cidadania e dever do estado, reconhecendo a autonomia e o protagonismo cultural do povo brasileiro.

- Articulação e fortalecimento dos fóruns e redes estaduais de pontos de cultura.

- Fortalecimento de ações transversais em rede entre pontos de cultura de todo o país.

- Discussão sobre os desafios institucionais da gestão compartilhada das políticas públicas de cultura entre o estado e a sociedade civil.

- Construção de uma pauta política e de uma agenda de ações do movimento nacional dos pontos de cultura.

Desde 2006 este movimento se encontra anualmente em suas TEIAS, espaços de encontro, troca, reflexão, organização política e celebração dos pontos de cultura. A cada ano, a experiência se aprofunda e o movimento cresce e amadurece. Em 2006 a  primeira edição da TEIA ocupou o simbólico espaço do Pavilhão da Bienal de São Paulo, invadindo os salões das artes eruditas com as expressões da cultura popular. A segunda edição da TEIA, foi realizada em novembro de 2007, em Belo Horizonte,  o tema da TEIA era “Tudo de Todos” mas foi organizada segundo parâmetros de produção de grandes eventos culturais de mercado, e a lógica de organização do movimento dos pontos de cultura não combina com esse tipo de estrutura de funcionamento. Por outro lado, esta TEIA garantiu importantes avanços para o movimento, como a realização de 9 encontros regionais preparatórios, a realização de uma Plenária Nacional desdobrando-se com o I Fórum Nacional dos Pontos de Cultura – FNPC 2007, que reuniu cerca de 450 representantes de todo o país. Sua plenária final aprovou a criação de uma Comissão Nacional de Pontos de Cultura (CNPC) como instância permanente de articulação e organização da rede.

Reflexões sobre o papel da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura

A criação da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura a partir do I FNPC é um marco importante na organização política dos pontos de cultura. O desafio de criar e inventar uma estrutura articuladora desta rede, em um movimento que se propõe inovador nos métodos e nas formas de ação política. Como verticalizar sem hierarquizar? Como garantir uma representação nacional que estimule e privilegie a articulação da rede? Como criar condições de funcionamento para a coordenação de um movimento que tem apoio do estado, mas necessita de autonomia e organização própria, legítima e independente? Como será a futura CNPC – seu formato, composição e dinâmica de funcionamento – foi uma das discussões  aprofundadas no II Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, realizada em novembro/2008, por ocasião da 3ª. Edição da Teia, em Brasília – DF.

A TEIA Brasília 2008 Iguais na Diferença procurou seguir em seu processo de organização as diretrizes apontadas pelos pontos de cultura reunidos no I Fórum Nacional , garantindo a centralidade do Fórum enquanto espaço de discussão e organização autônoma dos pontos de cultura. O II Fórum Nacional dos Pontos de Cultura foi o centro para onde convergiram os nós que foram tecendo a TEIA em todo o país. As redes estaduais de pontos de cultura realizaram Fóruns e Teias estaduais em 22 estados, reunindo cerca de 6.000 pessoas. Foram mais de 600 delegados inscritos em um universo de 850 pontos de cultura. A partir daí, as áreas temáticas e os estados também avançam na criação de redes, fóruns e conselhos, que encontram no FNPC um espaço de consolidação  e fortalecimento.

A descentralização, ou estadualização dos convênios dos pontos de cultura, hoje, uma realidade na maioria dos Estados, tem como objetivo ampliar esta rede, dando-lhe uma maior dimensão, novos contornos e características. Como tornar esta rede articulada e organizada nacionalmente é um dos desafios a serem assumidos pelos mais de 2.500 Pontos de Cultura atualmente existentes nesse imenso Brasil, e que participaram da  4ª. edição da TEIA e do III Fórum Nacional dos Pontos de Cultura ocorrido em  Fortaleza/CE.

Resumo Teia Brasil 2010

Em sua quarta edição a Teia Brasil 2010 – Tambores Digitais – foi realizada no período de 25 a 31 de março, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza (CE) distribuída em sete espaços e em três áreas de atividades – Mostra Artística, III Fórum Nacional dos Pontos de Cultura e Teia das Ações – Conceitos e Práxis. Com mais de três mil participantes inscritos entre os pontos de cultura conveniados com o MinC, as redes estaduais e demais integrantes das ações temáticas, contando ainda com cerca de 1.500 convidados, o evento reuniu quase 5.000 pessoas  em Fortaleza, envolvendo e articulando as artes diversas, a pluralidade, o processo democrático, revolucionando tanto do ponto de vista da forma quanto em conteúdo. Além de debates, seminários, painéis, rodas de prosa, exibições audiovisuais e exposições, a realização da  Mostra Artística reuniu uma centena de manifestações – dança, música, teatro, circo, artes visuais, artes integradas,  cultura popular e audiovisual, oriundos de todos os Estados.


Etapas Preparatórias – Antecedendo ao evento de âmbito nacional, foram promovidas as Teias Regionais e Estaduais, com o objetivo de ampliar a interação e o intercâmbio entre os diversos Pontos de Cultura locais. Ao todo, como etapas preparatórias, ocorreram nove encontros: Teia Amazônica, Teia Centro-Oeste, Teia PE, Teia Paraíba, TeiaTeia Minas, Teia Paulista, Teia AL/SE e Teia Piauí. Sul,

O III Fórum Nacional dos Pontos de Cultura foi o marco do evento, espaço privilegiado de caráter político e cultural dos Pontos Cultura, momento de discussões e debates sobre propostas e estratégias  visando a interação entre os Pontos e aprofundar os debates sobre a gestão compartilhada do Programa Cultura Viva, as políticas culturais no País com ênfase na Lei de Cultura Viva e no Sistema Nacional de Cultura.

Observar o Artigo 18 (Regimento III Forum) – O Fórum Virtual será um instrumento de articulação permanente dos Estados e GTs que compõem o FNPC. Esta plataforma, atualmente disponível no endereço eletrônico www.casadosmeninos.net.br/teia2010, funcionará também como espaço permanente de debate, consulta, registro e memória das resoluções e do processo de organização do FNPC.

(Fonte: Anais da Teia/FNPC, registro virtual)

Lucimar Weil – CEDECA PE NA TABA


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Acolhimento dos novos Ponto de Cultura da Macro Capital

Bom dia Ponteri@s,

O movimento Paulista dos Pontos de Cultura, após muitas reuniões, finalmente decidiu \como será o acolhimento dos Pontos de Cultura da Capital.

Gostaria de lembrar a etimologia da palavra acolher, que deu origem a esta nossa proposta: Acolher do latim. vulg. *accolligère ’acolher’, f.hist do século XIII. Significa: 1 oferecer ou obter refúgio, proteção ou conforto físico; proteger(-se), abrigar(-se), amparar(-se); 1.1 dar ou receber hospitalidade; hospedar(-se), alojar(-se), recolher(-se); 2 ter ou receber (alguém) junto a si; 3 .prestar cerimônia a; recepcionar; 4 reagir (de determinada maneira) a; 5 receber, admitir (algo); aceitar; 6 dar crédito a, levar em consideração (pedido, requisição etc.); atender.

Neste sentido, e dentro das premissas da Cultura Viva, da gestão compartilhada, em rede, decidimos fazer este acolhimento.

A data escolhida pela maioria para a realização deste acolhimento, foi nos dias 21 e 22 de agosto de 2010.

Os principais objetivos do encontro são:

-Nivelar as informações: propiciar que os novos Pontos de Cultura conheçam o histórico do movimento, a Comissão Nacional e Paulista dos Pontos de Cultura;

- Reunião dos Pontos por gts temáticos e por localização geográfica: espaço para apresentação, trocas de experiência e metodologias, viabilizando que se encontrem afinidades e possam construir ações conjuntas;

-Sensibilização para que os Pontos participarem do movimento, para que todos se sintam membros da mesma rede.

Gostaríamos que todos os Pontos participassem deste encontro!


Acolhimento dos Ponto de Cultura da Macro Capital

Público Esperado: Ponteir@s dos 154 Ponto de Cultura da Macro Capital

Local: Escola Estadual Maria Augusto Saraiva – R Major Diogo 200, Centro – São Paulo

Dias: 21 e 22 de agosto de 2010

Horário das 9h30 ás 18h


FAÇA SUA INSCRIÇÃO NO LINK ABAIXO:

https://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dGpBVGg3Q1pfWDZqekYyc3hkWVpKdGc6MQ

Qualquer dúvida estou a disposição para eventuais esclarecimentos.

Um beijo,

Veridiana Negrini

veridiana.negrini@gmail.com


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Direito Autoral em Debate

cartaz

O Ministério da Cultura (MinC) abriu no dia 14/6, a consulta pública do anteprojeto de lei que reforma a lei de direitos autorais (Lei 9.610/98 – LDA). A LDA vem sendo tema de debate com a sociedade desde 2007 e a proposta de alterá-la, segundo o MinC,tem o intuito de equilibrar a proteção dos autores com o direito da sociedade de acessar de forma mais ampla os bens culturais produzidos.

O direito autoral está num ponto importante e delicado da cadeia cultural, na interface entre produção, circulação e fruição dos bens culturais. A legislação autoral pode ser flexível, e permitir que esse elo se estabeleça de forma ágil e democrática, unindo o produtor de cultura ao público. Ou ser rígida, e significar um obstáculo ao acesso à cultura pela própria sociedade que a produz.

Hoje, os Pontos de Cultura e os Cineclubes cumprem um importante papel na produção, preservação, compartilhamento de cultura no país. Para eles, portanto, o debate dos direitos autorais passa a ser central.

Uma rede, como a dos Pontos, que compartilha seus conhecimentos, suas manifestações artísticas, seus saberes tradicionais, numa complexa dinâmica de transmissão de modos, fazeres e comportamentos, precisa entender como os direitos autorais aí se inserem, especialmente com as possibilidades digitais que gradativamente se incorporam ao seu cotidiano

Os Cineclubes existem desde os primórdios do cinema, constituindo-se como uma modalidade alternativa de projeção, comprometida com a democratização do audiovisual e, portanto, requerindo sua livre circulação.

Como protagonistas do vasto e diverso fazer cultural na base da sociedade brasileira, os Pontos de Cultura e Cineclubes inevitavelmente se relacionam com os direitos autorais no seu dia-a-dia, quando:

* exibem em seus telecentros filmes e músicas unicamente com finalidade cultural e educacional;

*fazem cópias digitais de filmes para a circulação e exibição sem interesse de lucro;

*vêem sua produções musicais populares, tradicionais e regionais perdendo espaço para músicas veiculadas mediante pagamento às rádios – o famoso jabá;

*produzem softwares livres, utilizam ferramentas digitais pra sua comunicação em rede e a internet para divulgarem o que é produzido na sua comunidade;

*fazem remixes de obras para usos criativos e recriações, a exemplos dos grupos de rap e hip-hop;

*quando fazem cópias para preservação de seus acervos, bibliotecas e videotecas;

Todas estas questões, dentre muitas outras, passam a ser disciplinadas de forma mais efetiva, buscando o interesse público de quem faz e consome cultura, agora com a proposta da reforma da lei de direitos autorais. Uma nova legislação, mais adaptada às inovações tecnológicas e mais atenta à demandas dos segmentos culturais, beneficia a disseminação do conhecimento em rede, a preservação dos saberes e contribui para formas mais criativas de disponibilização das obras.

Nesse sentido, o Instituto Pólis e a Rede pela Reforma da Lei de Direitos Autorais convidam para a sessão de diálogo: Direitos autorais, produção e acesso à cultura, a ser realizado no dia 13 de julho, das 14h às 18h, no Instituto Pólis.

A ideia é ter uma conversa franca e aberta sobre como é a lei de direitos autorais hoje, quais os principais problemas e como revê-la para atender mais fortemente o interesse público do acesso à cultura e ao conhecimento. O projeto de lei que reforma a LDA fica em consulta pública, para receber contribuições da sociedade, até o dia 28 de julho e depois segue para o Congresso Nacional.

Participantes:

José Vaz de Souza Filho (Coordenador de Gestão Coletiva e Mediação em Direitos Intelectuais do MinC)

Frank Ferreira (Conselho Nacional de Cineclubes)

Gustavo Anitelli (Musica para Baixar)

Olívia Bandeira (Instituto Overmundo)

Sérgio Amadeu (Universidade do ABC)

Thiago Skárnio (Pontão Ganesha de Cultura Digital / Tuxáua)

Moderação: Guilherme Varella (Idec, Rede pela Reforma da Lei de Direitos Autorais)

*web transmissão ao vivo pelo Ponto de Cultura nas Ondas do Digital, endereço: fabricadetv.org.br

Data: 13 de julho, 14h às 18h
Local: Instituto Pólis (Rua Araújo 124, República – SP)


Seminário Interfaces Digitais Colaborativas – Linguagens e Experiências em Rede

Seminário Interfaces Digitais Colaborativas – Linguagens e Experiências em Rede

Com o intuito de pensar a interação de criação audiovisual e plataformas digitais, o “Seminário Interfaces Digitais Colaborativas – Linguagens e Experiências em Rede” reuniu representantes de diversos Pontos de Cultura do país, do governo, ativistas, comunicadores. O evento foi realizado nos dias 7,8, e 9 de julho de 2010,  na, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Sobre o Laboratório Cultura Viva
O Laboratório Cultura Viva é um espaço de Pesquisa e Realização Audiovisual, integrando a produção dos Pontos de Cultura e a pesquisa universitária. Fruto da experiência dos programas Cultura Ponto a Ponto e Ponto Brasil, o projeto é uma iniciativa da Secretaria de Cidadania Cultural do Ministério da Cultura em parceria com a Escola de Comunicação da UFRJ de fomentar a experimentação audiovisual no âmbito do Programa Cultura Viva.

Laboratório terá uma plataforma de colaboração criativa na Internet e irá coordenar a produção de uma revista eletrônica para TV e experiências no campo da teledramaturgia, feita pelos Pontos de Cultura, através de chamada pública.

O objetivo é promover uma maior interação entre agentes culturais, desenvolvedores, Pontos de Cultura, Universidade e Ministério, visando a potencialização da experimentação audiovisual frente às novas possibilidades de criação, colaboratividade, difusão e compartilhamento.

O Seminário INTERFACES DIGITAIS COLABORATIVAS – Linguagens e Experiências em Rede será o primeiro passo para o desenvolvimento do conceito, visualidade, navegação e funcionalidades dessa plataforma, com ferramentas para:

* Acompanhamento e supervisão dos projetos a serem produzidos pela rede de Pontos de Cultura e colaboradores do Laboratório Cultura Viva;
* Postagem de vídeos;
* Postagem de conteúdos em diversos formatos para difusão de agenda das atividades da Rede Cultura Viva;
* Difusão de conteúdo nas redes sociais, outras plataformas e dispositivos móveis.


Site do Laboratório Cultura Viva:http://laboratorioculturaviva.pontaodaeco.org/



Programação

07 de julho
(quarta)
08/julho (quinta) 09/julho (sexta)
9 h
ABERTURA

> Ivana Bentes (Diretora da Escola de Comunicação da UFRJ, Pontão de Cultura Digital ECO/UFRJ e Laboratório Cultura Viva UFRJ/MinC)

> Juana Nunes (Coordenadora Geral de Mobilização e Articulação em rede Secretaria de Cidadania Cultural – Ministério da Cultura)

> José Murilo Jr. (Cultura Digital – Ministério da Cultura)

10h – 10h30
APRESENTAÇÃO DO LABORATÓRIO CULTURA VIVA

> João Vargas Pena
10h30 – 14h
EXPERIÊNCIAS COLABORATIVAS

> Lucas Bambozzi (Art.mov)

> Rodrigo Savazoni (Casa de Cultura Digital)

> Lincoln de Souza (Cultura Digital – Ministério da Cultura)

> Cesar Piva (Fábrica do Futuro)

> Thiago Skárnio ( Pontão Ganesha de Cultura Digital)

> Fabianne Balveldi  (Estúdio Livre)

> Thiago Novaes (DesCentro)

> Bruno Tarin (I-motirõ)

> Oona Castro (Overmundo)

> Zonda Bez (Consultor – implantação da rede Pontos de Midia Livre / Ministério da Cultura)

> Giuliano Djahjah (Pontão de Cultura Digital ECO/UFRJ)

14h ALMOÇO

09h-13h
CULTURAS DA INTERFACE
>
André Lemos (Grupo de pesquisa em Cibercidade – UFBA)

> Giselle Beiguelman (Instituto Sérgio Motta e PUC-SP)

> Cícero Silva (Laboratório de Software Studies/IAD/UFJF)

9h – 11h DISTRIBUIÇÃO EM REDE E MIDIAS MOVEIS

> Marcos Barreto (VIVO)

> Clélia Bessa – Raccord e Projeto Humanóides / Desenrola Oi Futuro

> Carime Kanbour – Instituto Claro

> Pedro Jatobá (iTeia)

11h – 13H
GRUPO DE TRABALHO (Reunião com a Equipe do Laboratório Cultura Viva)
13h – 15h
ALMOÇO
13h – 15h
ALMOÇO
15h – 19h PLATAFORMAS DIGITAIS> VJ Pixel

> Alexandre Freire (CPQD)

> Ivo Correa (Google Brasil)

> Guido Lemos (Laboratório de Aplicações de Video Digital – UFPB)

> Fabiana Bartholo (Ericson)

15h – 18H
GRUPO DE TRABALHO
(Reunião com a Equipe do Laboratório Cultura Viva)

18HIntervenção com o ColetivoHAPAX

(Encerramento da residência no Pontão da ECO – Prêmio
Interações Estéticas)


Ações e atividades em desenvolvimento:previsão para finalização no segundo semestre de 2010

Site com Políticas Públicas Culturais: leis nacionais de incentivo e apoio a cultura, assim como as leis estaduais de sp. Citando como grande exemplo de política a Cultura Viva, link para o blog explicativo da Lei Cultura Viva;

Livrinho sobre sustentabilidade=rede;

Acolhimento dos Pontos de Cultura da região da grande São Paulo oeste e capital.


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Reuniões Macro grande São Paulo – OESTE

Mobilização, articulação e facilitação das reuniões dos Pontos da região oeste da Grande São Paulo, que envolve os municípios de Taboão da Serra, Embu da Artes, Itapecerica da Serra, Embu-Guaçu, Cotia, Carapicuíba, Osasco, Barueri, Pirapora de Bom Jesus e Caeira.

Segue os relatos das reunião dos Pontos de Cultura da região oeste da Grande São Paulo.


25 de abril

Local: Ponto de Cultura José Luiz Negrini: Associação Mais Gente – Itapecerica da Serra

PAUTA:

I)     Articulação dos Pontos dessa região

II)   Encaminhamentos das TEIA’s

III)   Política

I)      A- Representantes atuais na CPPC desta região:

Titulares: Marcelo (Embu), João (Osasco), Denis (Itapecerica)

Suplentes: Charles (Embu), Marlene (Osasco)

Nessa região ficou estabelecido que se os representantes titulares faltarem 3x sem justificativa o suplente passa a assumir a titularidade. (Os representantes devem encaminhar essa proposta também para o regimento da CPPC)

B- Encontros/reuniões

Ficou estabelecido a criação de um grupo Virtual (Google grupo) dessa macro região. O responsável pela criação é o João, até o dia 28 de abril.

Outro meio de comunicação para facilitar os encontros que o grupo decidiu aderir foi o Skype.

As reuniões presenciais ocorreram 1 vez por mês e serão itinerantes, cada reunião será em um Ponto diferente, com o intuito que os Pontos se conheçam e criem vínculos cada vez maiores. E será todo último sábado do mês, no período da tarde: das 14h as 18h.

Logo as próximas reuniões serão, a saber:

29 de maio

26 de junho

31 de julho

28 de agosto

25 de setembro

30 de outubro

27 de novembro


II)  ENCAMINHAMENTOS DAS TEIA’s

- Capacitação e Formação

Essa macro refletiu que é necessário uma capacitação e formação Interna (da Comissão) e externa (dos Pontos).

Os temas sugeridos foram:

Gestão: prestação de contas; capacitação nos Programas +Cultura, Cultura Viva, Pontos de Cultura; Elaboração de projetos, como captar recursos; cultura digital; multimídias livres; como montar o kit digital; desenvolvimentos dos potenciais artísticos.

Ficou decidido que os representantes deste GT fariam a proposta de formação, e encaminhariam para o grupo decidir virtualmente, para  que os representantes levassem esta proposta na reunião da CPPC.

- GT’s (Grupos de Trabalho)

Essa macro decidiu manter-se dividida em grupos de trabalhos temáticos, segundo as afinidades e ações dos Pontos de Cultura, mantendo os mesmos grupos de trabalho que existem na Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, alimentando o Fórum virtual temático já existente.

A macro também decidiu criar grupos de trabalho organizacionais, para facilitar os trabalhos dessa macro, assim ficou a decisão:

Gt de comunicação/ Assessoria de Imprensa

Material gráfico; mídia (visual, escrita e oral); produção de textos; divulgação; distribuição e veiculação; sistematização.

Responsáveis: Joel (Carapicuíba) e Ubiratan (Osasco)

Gt executivo

Produção administrativa; elaboração e organização de projetos; captação de recursos; produção dos eventos.

Responsáveis: Denis (Itap.) , Marlene (Osasco), Cida (Barueri)

Gt articulação e mobilização

Relações publicas (poder publico, empresas, e Pontos de Cultura); mobilização dos recursos humanos e materiais; articulação das reuniões e eventos.

Responsáveis: João (Osasco), Jessica (Embu-Guaçu), Kaka (Itap)

Gt de formação e capacitação

IDEM item capacitação e formação, acima descrito. + parceria com sindicato dos artistas para curso de formação de técnicos; formação do artista, educadores.

Responsáveis: Adalberto, João (gestão); Abu, Vera e Otacilio (artística)

Gt artístico

Curadoria nos eventos; produção artística nos eventos (infra, logística…); mapeamento dos saberes/ações de cada Ponto da macro

Responsáveis: Vera, Abu e Denis.

- Sustentabilidade

Criar um mercado de trabalho entre os Pontos. Para isto, o primeiro passo seria fazer um mapeamento dos profissionais  e produtos dos Pontos de Cultura. Um cadastramento local dos Pontos, no primeiro momento os responsáveis por fazer isso foram: Marcelo, Joel e Beth).

Posteriormente encaminhar que no site do movimento, o Fórum dos Pontos, que no cadastramento de cada um, se tenha este mapeamento de profissionais e produtos, para que a rede virtual cresça. A proposta para  ser levada a toda comissão é que cada macro se responsabilize por captar estas informações dos Pontos de sua região.

-Regimento da CPPC

Proposta de enviar ao Google docs para que todos conheças, e façam suas sugestões até o dia 10 de maio.

- Leis e Editais

Encaminhar para a CPPC que o Gt de legislação além de pensar p dentro as leis e as mudanças destas, ofereçam cursos de formação das leis básicas, leis culturais, para os Pontos.

Fazer um mapeamento na região de quais são os municípios que tem conselho municipal de cultura, quais tem leis de incentivo a cultura, e quais são as formas de incentivo que cada município recebe para a área cultural.

- Teia Regional

Será realizada na semana entre 24 e 30 de janeiro de 2011

Na próxima reunião será a ctn do planejamento desta ação.


29 de maio,

Local Osasco

- Foi Lida a ata do encontro anterior e a ata da reunião da CPPC havida no PC Audiovisualistas;

- Foram feitas várias perguntas a respeito dos encaminhamentos propostos na reunião da CPPC as quais foram dirimidas pelo Denis e pelo João, membros titulares da CPPC;

- Foi novamente discutido a questão da Teia regional;

- Beth sugeriu para os pontos utilizarem-se da Nota Fiscal Paulista para benefícios; é só se cadastrarem;

- Aitam, oficineiro da UAPO e do PC República da Capoeira (não conveniado), deixa claro que ponto de cultura não é só aquele que é conveniado e que as macros tem autonomia para definirem suas ações;

- Foi sugerido que os prestadores de serviço aos pontos se tornem MEI;

Regina, do Reino de Zazi, sugeriu realizar um evento, até outubro, da macro para os políticos (da macro) discutirem nossas questões

- Vanessa do PC Santa Tereza do Embu, colocou a disposição a feira cultural que realizará em novembro, para os pontos da macro, para montagem de barracas e participação artísticas;

- Com relação ao Regimento Interno, os que leram, discordam da maioria dos pontos e foi então sugerido uma “CARTA DE PRINCÍPIOS” do movimento a qual ficou de ser redigida um ante-projeto pela Regina do Reino de Zazi e encaminhar para adendos e socializar e discussões de todos os pontos (Acatado pela maioria);

Encaminhamentos dos GTs locais; Somente o de sustentabilidade avançou e está fazendo um levantamento dos pontos da região (mapeamento com uma ficha que os pontos irão preencher e encaminhar on-line;

Próximas reuniões: 26/06 – das 14 às 18h. Será realizada provavelmente em Carapicuíba. Os pré-candidatos indicados foram a OCA e a ABENAF.

Reunião de Julho: Proposta para Embu na Casa de Cultura Santa Tereza

Houve uma grande discussão sobre a representatividade dos membros da CPPC: a “função” ou “cargo” de  representação dos delegados escolhidos na plenária do fórum de Guarulhos pertence ao movimento o ao ponto de cultura que o indicou? Por exemplo: a pessoa (de qualquer ponto) é indicada pela plenária como titular e outra (de qualquer ponto) fica como suplente; se esta pessoa sai, quem assume é o suplente que é uma pessoa de qualquer ponto. O que está sendo colocado em xeque (por 2 pontos de cultura da região, o Mais gente, representado pela Beth Negrini de Itapecirica da Serra e o Reino de Zazi pela Regina Katamulanji de Osasco) é que  a titularidade pertence ao ponto e não ao delegado. Discutimos que esta questão, até onde eu saiba, nunca foi discutida, ou pelo menos não constava no regimento da teia regional/fórum. Obs. Minha: Já havia percebido esta questão quando da reunião de Diadema quando em mensagens trocadas entre eu e a Beth ela desqualificava o papel do representante eleito de Itapecerica, o Denis que é de seu ponto e eu informei a ela que o eleito era ele, o delegado, e não o ponto. Agora para esta reunião, recebi uma mensagem do Denis, me comunicando que conforme “determinação” da Beth, ele não compareceria à reunião de Rio Claro. Sugiro discutirem esta situação, pois temos que ter uma posição a respeito do assunto para o todo e para este em particular, pois tenho percebido um certo desvio de autoritarismo na atitude.


26 de junho

Local: Carapicuíba

Pauta:

Representatividade dos pontos

Gt de trabalho

1-      Informes da última reunião da comissão paulista;

2-      Encaminhamentos da macro, com base no relato dos encaminhamentos da CPPC:

- Escrever um ofício para a SEC pedindo a data da oficina desta região, para que possamos estar presente nos encontros promovidos pela SEC, fortalecendo o movimento dos Pontos de Cultura.

- João irá disponibilizar no Portal do Fórum virtual,  uma cópia dos ofícios enviados ao MinC e a SEC.

3-      Encaminhamentos, desta reunião:

- Que nos emails enviados na lista, referente a esta macro sejam enviados, com a palavra oeste, como a primeira palavra do título do assunto do email;

- Disponibilizar a carta de princípios via Google docs,  para  que a macro construa coletivamente este texto, e já tragam uma proposta mais elaborada para a próxima reunião;

- Encaminhar o pedido desta macro para a CPPC: Verificar o prazo de retorno do oficio enviado a SEC, após a verificação do prazo e a ausência de resposta, enviar um novo oficio ao Secretario Estadual de Cultura, Sr. Andrea Matarazzo, cobrando a resposta da secretaria ao primeiro oficio enviado;

-  Representatividade:

A macro dialogou sobre se quem é o representante da macro, é pessoa física ou o ponto? E foi levantado que existe a representação do Ponto e o compromisso individual de cada um,  a pessoa em si representa o Ponto, mas quando ela assume um trabalho é enquanto individuo, enquanto pessoa física. O representante eleito daquela macro na comissão, deve estar ligado a um Ponto.

Os encontros da macro são abertos a todas as pessoas que querem participar, Pontos conveniados ou não, pois o intuito é o fortalecimento da rede, porém  somente os participantes assíduos, que participam das reuniões, estão envolvido com o movimento, e que devem ter direito a voz e voto.

Foi levantado o custo para os representantes eleitos da macro, participarem das reuniões, já que muitos Pontos não tem este recurso previsto no seu plano de trabalho, e algumas pessoas não tem dinheiro. Logo a sugestão que foi apresentada, é que quando tiver alguma reunião distante em que algum membro necessite de dinheiro, que ele traga para a macro a dificuldade de ir participar, para que a macro coletivamente decida como proceder.

- Foi levantada a necessidade da macro de criar um movimento de motivação para os Pontos participarem do movimento, de estarem envolvido na rede.  Foi decidido que esta macro fará um encontro de acolhimento com todos os Pontos da região, com intuito de conhecer o que cada Ponto faz, criar uma possibilidade de trocas de experiências e vivencias  dos pontos desta região. Neste acolhimento falou-se da importância de ter um momento de apresentação da conjuntura política, o histórico da CPPC, para que depois se tenha este momento de trocas. A proposta, estabelecida é que a construção deste encontro comece no Google docs, para que seja dialogada na próxima reunião.

- O formulário do mapeamento artístico dos Pontos, será compartilhado por Joel no Google docs  por 15 dias, para novas sugestões no formulário. E após este prazo, será enviado para todos os pontos responderem.

- Denis e João, ficaram responsáveis de enviar uma carta para Marcelo (P.C. Solano Trindade) e Charles (Embu), relembrando ambos, que conforme consta na 1ª ata da reunião da macro, o membro eleito na comissão que faltar 3x sem justificativa, perde automaticamente sua representatividade. No caso, Charles nunca participou de nenhuma reunião, e o Marcelo já faltou em duas.

- Eu fiquei de enviar a lista e mapa dos Pontos da macro p o grupo; Enviar o logo da comissão para o Joel, acrescentar no doc do mapeamento;

- João ficou responsável de entrar em contato com a Vanessa, Casa de Cultura de Santa Tereza,  para ver se a próxima reunião será lá. Caso a próxima reunião não seja lá, será em Embu guaçu. Data da próxima reunião, dia 28 de agosto.

-Sugestão de pauta para a próxima reunião: carta de princípios, encontro de acolhimento, teia regional;


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Seminário Permanente de Políticas Públicas de Cultura do Estado do Rio de Janeiro

Com o intuito de aprofundar meus estudos em Políticas Públicas Culturais é que participo desse   seminário.

Organização / Realização

Departamento Cultural / Universidade do Estado do Rio de Janeiro – SR3 UERJ
Comissão Estadual dos Gestores de Cultura – COMCULTURA RJ

Execução

Pontão Rede Fluminense de Cultura – COMCULTURA RJ

Apoio e Parceria

Fundação Casa de Rui Barbosa- MinC
Secretaria de Estado de Cultura RJ

Financiamento:

Secretaria de Cidadania Cultural – Ministério da Cultura

Comissão Acadêmica e Executiva

  • Ricardo Gomes Lima ( Direção DECULT SR3 UERJ )
  • Cascia Frade ( Coordenação DECULT SR3 UERJ )
  • Adair Rocha ( Chefe da Representação Regional RJ e ES MinC )
  • Lia Calabre ( Chefe Dep. Políticas Culturais FCRB – MinC )
  • Renato Dantas ( Representação Secretaria de Estado de Cultura RJ )
  • Maria Amélia Curvello ( Presidente Comcultura RJ )
  • Cleisemery Campos da Costa ( FFP UERJ / Direção Comcultura RJ )

Programa

Módulo I – Cultura e Política Cultural

  1. Estado e cultura: panorama contemporâneo
  2. Política cultural: conceito e histórico
  3. As políticas culturais no Brasil e no exterior
  4. Políticas regionais de cultura no estado fluminense: O papel do Estado e panorama atual
  5. Legislação cultural

Ementa
Panorama do estado atual da implementação de políticas públicas pelo governo federal com foco especial nas ações integradoras nos níveis municipal, estadual e federal. Conceito de política pública de cultura. Histórico das ações do Estado no Brasil no campo da  cultura, e alguns modelos internacionais. Legislação cultural.

Módulo II- Gestão Cultural e Patrimônio

  1. Planejamento e ação: Administração de instituições culturais
  2. Gerência de atividades culturais e gestão de patrimônio
  3. Patrimônio material e imaterial
  4. Turismo cultural
  5. Potencialidades da cultura no Rio de Janeiro
  6. Educação & Cultura
  7. Tensões culturais e especificidades regionais

Ementa
Modelos de gestão e sua aplicação em organizações culturais. O papel do gestor. Produção documental e acervos culturais. Estruturação e gerenciamento de eventos. Ações patrimoniais.Gestão de recursos.Diversidade cultural.

Módulo III – Produção, Comunicação e Economia

  1. Divulgação cultural
  2. Estratégias e alternativas de comunicação
  3. Economia da cultura
  4. Indicadores culturais

Ementa
Conceitos de comunicação e marketing com direcionamento específico para a área de produção cultural. Pesquisas e elaboração de diagnósticos de planos de marketing. Planejamento de ações de turismo cultural. Função social e econômica da cultura

Módulo IV – Experiência e Sistemas Municipais de Cultura

Especificidades municipais

  1. Práticas administrativas culturais
  2. A organização dos Sistemas Municipais de Cultura

Ementa
Montar um quadro das especificidades municipais com ênfase no interior. Apresentação de experiências. Adequação ao Sistema Nacional de Cultura

Módulo V – Desenvolvimento de Monografia

1.      Orientação e desenvolvimento dos trabalhos
2.      Apresentação

Ementa
Orientação e acompanhamento de monografia, relativo aos módulos desenvolvidos, com ênfase num dos temas abordados ou elaboração de projeto cultural. Apresentação dos trabalhos

Aulas encontros Quintas- feiras, 13 as 18h / Calendário

* Total de 25 encontros-aulas, 150 horas - Certificação  com 75% de presença


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Encontro de Ponteir@s Multiplicadores de Convivência e Paz

Entre os dias 18 a 20 de junho em Bragança-Paulista, no estado de São Paulo, foram reunidos 28 ponteir@s de todo Brasil, que participaram das Rodas de Convivência realizadas nos anos de 2008 e 2009, pelo Pontão de Convivência e Cultura de Paz.

Pontos presentes:  Argonautas Ambientalista da Amazônia – Belém-PA; Campus Avançado: Ponto de Cultura Me vê na TV -– Niterói-RJ; Canto Jovem – Natal- ; Casa das Minas de Thoya Jarina – Diadema-SP; Casa do Hip Hop – Diadema-SP; CEDECA Interlagos – São Paulo-SP; CEDECA Pé na Taba – Manaus-AM; Circulando Cultura É Saúde – Porto Alegre-RS; Coco de Umbigada – Olinda-PE; Grãos de Luz e Griô – Lençois-BA; Instituto Arte no Dique – Santos-SP; Instituto Pró-Cultura – Guarulhos-SP; Instituto Refazenda – arte, cultura e espiritualidade – Bélem-PA; Moitará: Ponto de Cultura Palavras Visíveis – Rio de Janeiro-RJ; Pontão Sete cidades – Diadema-SP; Pontão UFMG – Belo Horizonte-MG; Ponto de Cultura Bailando na Cidade – Diadema-SP; Ponto de Cultura Inclusiva – Diadema-SP; Ponto de Cultura Leitura nas Fábricas – Diadema-SP; Ponto de Cultura Odu Odara (Capoeira da Paz) – Feira de Santana- BA; Ponto Olhar com Arte – Diadema-SP; Pontão de Convivência e Cultura de Paz: Instituto Pólis – São Paulo-SP

O intuito do encontro foi proporcionar um compartilhamento de saberes, na perspectiva de uma construção coletiva e co-responsável para uma sociedade orientada pela prática do respeito, da solidariedade e dos valores da cultura de paz; e além disso pretendeu-se através da artemetodologia fundamentar ação-reflexão-ação, tendo como proposta instrumentar os participantes a transmitir valores, artes e saberes voltados para uma Cultura de Paz, que legitima o fazer e a cidadania culturais. Por isso, o criterio de seleção dos participantes foi a escolha de ponteir@s  que já tivessem desenvolvido ações que tivessem como tema a cultura de paz, e que pudesse participar deste encontro e potencializar a multiplicação de convivência e paz em seu território.

No encontro foram levantadas as seguintes propostas que visam à efetivação de políticas e práticas de Convivência e Cultura de Paz, Ações de Cultura de Paz nos Pontos de Cultura:

- Transformar a Cultura de Paz em uma das ações do programa Cultura Viva; considerando que a Cultura de Paz não é apenas um grupo de trabalho decorrido das TEIAs, que ela já é uma ação transversal entre os Pontos de Cultura, já que todos os Pontos desenvolvem ações de Cultura de Paz, e portanto são Pontos de Paz;

- Criar um prêmio de Cultura de Paz; o prêmio seria para valorizar as ações que já acontecem nos Pontos de Cultura, para fortalecer a cultura de paz e ampliar estas ações;

- Realizar cursos de formação de multiplicadores em todos os Pontos;

- Criar um edital de agente de cultura de Paz nos Pontos; O agente seria o multiplicador das ações em cada localidade, em cada Ponto, mas sempre conectado com a rede. E que neste edital já esteja previsto, pelo menos um encontro semestral regional com estes agentes e um encontro nacional para o compartilhamento das experiências de todos os agentes de Cultura de Paz;

- Criar um 0800 para a Cultura de Paz; uma auscultatória, no qual encontraremos conselhos jurídicos, um apoio e esclarecimento as pessoas que sofreram alguma violência, e exemplos de ações e práticas de cultura de paz no Brasil todo;

-Criar um prêmio especifico de interações estéticas de cultura de paz; incentivar a residência de artistas focada na Cultura de Paz, porém que este trabalho não seja desenvolvido somente em Pontos, mas em escolas, ONGs, centros comunitários…

- Realizar uma teia temática de Cultura de Paz; realizar uma grande mostra de como cada ponto desenvolve suas praticas de paz, além do fórum dos Pontos nesta temática;

- Realizar  seminários itinerantes de Cultura de Paz. (Sugestão, que seja patrocinado pelas regionais do MinC);

- Buscar o apoio a Cultura de Paz em todos os Ministérios, já que esta temática supõe uma transversalidade em todos os ministérios;

- Na educação, fomentar a cultura de paz para garantir o respeito a diversidade;

- Dialogar sobre e com os direitos humanos, ocupando e tornando mais visíveis os conselhos de DH que já existem;

- Reativar e incentivar a formação dos conselhos municipais de cultura de paz;

- Realizar uma ação coletiva, integrada, de todos os Pontos no dia 21 de setembro, dia internacional da Cultura de Paz. Que cada ponto na sua localidade, realize intervenções de paz. Se possível que aja um canal virtual que grave e mostre todas estes experiências on line, para efetivar as ações públicas pela paz;

- Realizar cursos de capacitação em bases legais, para sabermos como agir em casos de violências;

- Incentivar que todos os matérias da Cultura viva, sejam de total acessibilidade, filmes sempre legendados ,ou com legenda em libras, livros em braile;

- Criação de um link para a cultura de paz, no portal do MinC;

- Articulação da rede virtual de cultura de paz;

- Apoio a Lei Cultura Viva; que o grupo de Pontos articulados na rede de Cultura de Paz incentive os atos pela Cultura Viva e intensifique o seu apoio manifesto a Lei Cultura Viva.


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