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  • Um guia para entender o vídeo em rede

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    por: Rodrigo Savazoni, na categoria Destaque Principal dia 21/04/2010

    O Guia do Vídeo Online é um esforço de organização e edição de informações que estão na rede, mas se encontram dispersas e sem um tratamento editorial que as torne acessível a um público amplo. Também é um trabalho de prospecção de ideias e visões sobre o tema “vídeo online”, baseado na opinião e na leitura de especialistas desse campo ainda em construção.

    Não resta dúvida que a sociedade contemporânea brasileira é marcada pela influência profunda da televisão. No nosso país, universalizamos o acesso ao aparelho televisor muito antes de termos garantido aos cidadãos educação plena e de qualidade. O Brasil, é possível afirmar, é um país onde ler não é habitual, mas “ver e ouvir” informação é prática cotidiana.

    Nos últimos anos, com a ampliação do acesso e o barateamento da conexão à internet por meio de banda larga – ainda distante do ideal –, o consumo e a circulação de vídeo na rede também aumentou, demonstrando o quão poderosa pode ser essa ferramenta de comunicação que mudou a forma como os cidadãos de todo o mundo se relacionam com conteúdos audiovisuais.

    Este guia multimídia (com textos, fotos, vídeos, áudios e infográficos) não é um estudo conclusivo. É um trabalho introdutório e lida com o tema de forma a atingir pessoas com diferentes níveis de entendimento sobre o assunto.

    Para melhorá-lo, ampliá-lo, contamos com a ajuda de todos os usuários.

    Abaixo, veja como organizamos as informações:

    Referências

    Comunidades

    Compartilhamento

    Intermediário (CMS para Vídeo)

    Transmissão ao vivo

    Web TV

    Ferramentas

    Softwares

    Buscadores

    Padrões

    Arquivos de vídeo

    Distribuição

    Lista Livre

    Perspectivas Globais

    Entrevistas

    html 5 e inovação

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  • Miro Community

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    por: Pedro Markun, na categoria Repositórios dia 30/03/2010

    O Miro Community é o mais novo serviço criado pela Participatory Culture Foundation (PCF) que possibilita, de forma rápida e intuitiva, a organização de vídeos online numa página web de forma a constituir uma comunidade de vídeos. O sistema oferece uma série de opções de templates (desenho de páginas web) que podem ser personalizadas de acordo com a demanda do usuário.

    O interessante deste serviço é que ele possibilita que qualquer pessoa possa ser um programador de vídeos online, criando diversos canais (videotecas) com endereços próprios. Pode-se reunir vídeos hospedados em diferentes servidores sobre um determinado evento, sobre um tema, organizar portfólios, etc.

    Vale ressaltar que o Miro Community não é um site de hospedagem de vídeos. Ele organiza e reúne vídeos de diversos outros serviços de hospedagem como o  YouTube, Vimeos, Blip.tv, Videolog, ou de um servidor particular.  Para tanto, basta informar ao Miro Community o código embed (código que permite a incorporação de um arquivo em qualquer sistema web) e a url (endereço da página que está o arquivo). Essa característica permite agregar em um só espaço vídeos dispersos por toda a rede.

    Todo o projeto visual da página pode ser feito através de um CSS próprio. O sistema é construído em Python/Django  (linguagem de programação) e licenciado em AGPL (licença desenvolvida pela GNU para possibilitar o desenvolvimento de softwares livres)  que permite que qualquer um modifique seu código para seus próprios fins.

    O Miro Community é gratuito e está em constante desenvolvimento pela Participatory Culture Foundation. A organização tem entre seus objetivos desenvolver softwares e articulações para o desenvolvimento de espaços de mídia mais demócráticos e abertos. A PCF também é responsável pela criação do Miro e da articulação Open Video Alliance.

  • Lista de Softwares Livres para Video Online

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    por: Pedro Markun, na categoria Sem categoria dia 12/03/2010

    Está sendo desenvolvido na página wiki da Open Video Alliance uma compilação dos softwares disponíveis para video online.

    A lista pode ser acessada aqui: http://openvideoalliance.org/wiki/index.php?title=Lista_de_Software_Livre_de_Video e está aberta a sugestões e correções. Participe!

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  • Entrevista: Jamie King, Steal this Film e o Vodo.net

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    por: andredeak, na categoria Entrevistas dia 09/03/2010

    jamie
    O idealizador do documentário “Steal this Film” (”Roube este Filme”, em português) e criador da rede Vodo.net, Jamie King, defende a liberdade de compartilhamento livre na rede e ajuda produtores a usarem sistemas P2P para a distribuição de suas criações. Em “Steal this Film” ele descreve como funciona a cultura de distribuição de conteúdo peer-to-peer e mostra as consequências disso para os criadores de conteúdo, para cineastas e artistas em geral.

    Convidado a contar a sua experiência na mesa de discussão sobre comunicação no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital, em novembro de 2009, Jamie falou um pouco mais sobre o seu trabalho nesta entrevista.

    >>> Depois do Steal This Film, o que está fazendo agora?
    Recentemente, estive envolvido em um projeto para ajudar produtores de conteúdo a usar o compartilhamento de arquivos, usar grandes serviços de distribuição pirata para espalhar seu trabalho pelo mundo todo. Enfim, mostra como o peer-to-peer pode ser útil para todos os tipos de artistas a cineastas principiantes.

    >>> O projeto “Steal this Film” levou dois anos para ser realizado, certo?
    Ele começou em 2006. Nós fizemos a Parte Um em 2006 e um outro grupo fez a Parte Dois em 2007. E a parte 2.5 foi lançada este ano (2009).

    >>> O que emergiu deste projeto?
    Uma das coisas excitantes sobre “Steal this Film” para nós foi que, sem ter uma infraestrutura tradicional de distribuição, fomos capazes de engajar uma audiência mundial e realmente fazer parte do debate crescente sobre o compartilhamento de arquivos e P2P. Este é um momento importante para apresentar um retrato do que significa o compartilhar arquivos, fazer download, compartilhar mídia. Especialmente fazer isso a partir do nosso ponto de vista, do produtor, pra quem isso é absolutamente normal. Eu queria fazer parte desta conversa, ter o direito de dizer como construir esse futuro em potencial.

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  • Usando a tag video

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    por: VJ pixel, na categoria html5 dia 09/03/2010

    Com o HTML 5, pela primeira vez, há um padrão definido para reproduzir conteúdo de vídeo e áudio diretamente do navegador, sem a necessidade de um plugin externo. Dessa forma, para colocar vídeo em uma página é preciso do link do arquivo de vídeo (ou streaming) a ser utilizado, como: “http://culturadigital.br/teste.ogg”. O endereço será utilizado no parâmetro src do código HTML. A seguir temos um exemplo:

    <video src="http://culturadigital.br/teste.ogg" autoplay="autoplay"
    autobuffer="autobuffer" controls="controls" loop="loop"></video>

    src=”http://culturadigital.br/teste.ogg” indica que o vídeo a ser exibido está em http://culturadigital.br/teste.ogg

    autoplay=”autoplay” diz ao navegador para tocar o vídeo imediatamente

    autobuffer=”autobuffer” diz ao navegador para começar o download do vídeo imediatamente (nesse caso, não vai funcionar pois esse parâmetro é ignorado quando está com autoplay)

    controls=”controls” diz para mostrar os controles (como o play)

    loop=”loop” diz para voltar ao início do vídeo assim quando chegar ao final, infinitamente.

    Além dessas, há as tags width e height que definem, respectivamente, a largura e altura do player, em pixels.

    Todos os parâmetros colocados entre as tags de abertura e fechamento (<video> e </video>) serão apresentados se o navegador não tiver suporte a HTML 5. Então, é possível inserir mensagens como “Esse recurso só funciona com navegadores compatíveis ao HTML 5. Recomendamos utilizar o Firefox 3.5 ou versão mais nova”, para orientar os usuários. Saiba como está o atual suporte dos navegadores ao HTML 5, clique em suporte a vídeo em navegadores na página wiki da Open Video Alliance.

    Atributos Padrão

    Atributos servem para definir uma propriedade de um elemento HTML. Atributos padrão são atributos suportados por quase todas as tags do HTML.

    A tag <video > é compatível com a seguinte lista de atributos padrão do HTML 5:

    class
    contenteditable
    contextmenu
    dir
    draggable
    id
    irrelevant
    lang
    ref
    registrationmark
    tabindex
    template
    title

    Atributos de evento

    Atributos de eventos definem ações de evento.

    A tag também é compatível com a seguinte lista de atributos de evento do HTML 5:

    onabort
    onbeforeunload
    onblur
    onchange
    onclick
    oncontextmenu
    ondblclick
    ondrag
    ondragend
    ondragenter
    ondragleave
    ondragover
    ondragstart
    ondrop
    onerror
    onfocus
    onkeydown
    onkeypress
    onkeyup
    onload
    onmessage
    onmousedown
    onmousemove
    onmouseover
    onmouseout
    onmouseup
    onmousewheel
    onresize
    onscroll
    onselect
    onsubmit
    onunload

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  • Show in a Box

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    por: VJ pixel, na categoria Comunidades dia 08/03/2010

    showinabox

    Show In A Box é um conjunto de plugins e temas cujo objetivo é maior integracão do WordPress com vídeo, ajudando blogueiros, produtores de vídeo, documentaristas, entre outros, a apresentar seus vídeos com destaque e controle.

    A plataforma tem uma rede descentralizada de videobloggers que publica no próprio site ou utilizam plataformas de compartilhamento para isso.

    Seus desenvolvedores são produtores de vídeo e criadores de sites que estão se ajudando no uso de WordPress para apresentar melhor seus conteúdos, em termos de aparência e de recursos.

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  • Acervo Livre

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    por: VJ pixel, na categoria Repositórios dia 08/03/2010

    acervolivre

    O Acervo Livre é o repositório de mídia do ambiente colaborativo Estúdio Livre. Seu desenvolvimento começou em 2005 e  foi financiado pelo Ministério da Cultura, como parte da Ação Cultura Digital.

    Apesar de seus cinco anos de existência, o Acervo Livre é um sistema instável, com uma interface pouco amigável e defeituosa. No momento da visita ao site (6 de março de 2010), a ferramenta de upload de arquivos estava com problema, dificultando a publicação de arquivos. Para isso, era necessário percorrer um caminho pouco óbvio.

    As tentativas de assistir a vídeos usando, para isso, diferentes navegadores (Chrome e Firefox) e computadores não foram bem sucedidas.

    O Acervo Livre suport vídeos em formato: ogg, mpeg/mpg, avi, 3gp, mp4, yuv, mp2.

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  • HTML5 e o vídeo

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    por: Pedro Markun, na categoria html5 dia 07/03/2010

    O Video Online é uma realidade inegável. Esta própria pesquisa é fruto da explosão da linguagem pela rede, que tem como seu representante maior o YouTube. Segundo a Alexa, empresa de informações sobre dados da web, o site é o terceiro endereço mais visitado do mundo. Além dele, existem dezenas de outros espaços na web e maneiras de disponibilizar vídeo, muitas delas, inclusive, já descritas nesta pesquisa. A grande novidade nesse campo é a invenção do HTML5, que chega para estabelecer um padrão.

    Praticamente todos os vídeos vistos até hoje na rede são reproduzidos por meio de plugins – QuickTime, RealPlayer ou, o mais popular, Flash – que costumam se integrar muito bem ao navegador, não sendo, muitas vezes, notável a diferença. Isso se o plugin já estiver instalado, é claro. A forma como o HTML5 funciona é um pouco diferente: o vídeo é inserido na página por meio de uma tag e não são definidos codecs e contêiners, o que cabe ao próprio navegador. Por ora, as implementações ainda são experimentais, mas os navegadores mais novos já suportam a tag. Veja como está o suporte à tag video até o momento de publicação desta pesquisa:

    * Internet Explorer: ainda não suporta a tag , mas já demonstrou publicamente interesse em fazê-lo.
    * Mozila Firefox: suporta com o codec Theora desde a versão 3.5.
    * Safari: suporta desde a versão 3.0 a tag com todos os codecs e containers suportados pelo Quicktime (que incluem o h.264 mas não o Theora).
    * Google Chrome: suporta desde a versão 3.0 a tag com Theora e h.264.
    * Opera: suporta desde a versão 10.5 a tag com Theora.

    A situação gera um quadro complexo, no qual nenhum formato de vídeo pode estar disponível para todas as plataformas simultaneamente. O padrão do HTML5 prevê suporte a múltiplos formatos para um mesmo conteúdo. O navegador, dessa forma, carrega apenas aquele que conseguir reproduzir. Um ponto negativo desse mecanismo é o alto custo para os produtores de vídeo, que precisam exportar e armazenar o vídeo de diferentes formas e tamanhos.

    Por que então incentivar o uso da tag ? São vários os motivos, mas talvez o principal deles seja o de promover o vídeo para uma posição de elemento central dentro da estrutura das páginas. Por melhor integrado que o site esteja com os tocadores em Flash, eles sempre serão elementos estranhos nà página e manipula-los é sempre uma tarefa complicada e dispendiosa.

    Com a tag , ele passa ser um elemento padrão da página, assim como são as imagens, os textos e os links. E manipulação se dá da mesma forma que a esses outros elementos: por meio de simples códigos em javascript. Isso traz uma nova flexibilidade ao vídeo e cria uma série de possibilidades de interatividade. O colaborador da Mozilla Paul Rouget disponibilizou em seu site algumas demonstrações que permitem ver o HTML5 em ação. Lembre-se que para assisti-las você vai precisar de um browser que suporte o novo padrão: http://people.mozilla.com/~prouget/demos/

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  • Miro

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    por: Pedro Markun, na categoria WebTV dia 07/03/2010

    miro

    O Miro se descreve como um tocador de vídeos e cliente de podcasts em padrões livres. É um aplicativo multiplataforma (Linux, OSX e Windows) para assistir conteúdo online em tela cheia. Entre seus recursos estão suporte nativo a BitTorrent e RSS, o que faz dele um sistema perfeito para assistir podcasts e programas de TV pela internet.

    Seu player de vídeo é baseado no VLC e funciona automaticamente com a maioria dos codecs e conteiners usados atualmente. O recurso de integração com RSS permite ao usuário assinar canais e blogs de vídeo, fazendo download automaticamente de novos arquivos e episódios assim que eles são lançados na rede.

    O Miro é desenvolvido pela Participatory Culture Foundation, uma das instituições chaves da OpenVideo Alliance, que tem como objetivo criar um ambiente multimídia mais democrático e participativo na web.

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  • Videopress

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    por: Pedro Markun, na categoria Intermediário dia 07/03/2010

    videopress

    O Videopress é uma solução da Automatic, a empresa desenvolvedora do WordPress, para gestão e distribuição de vídeo online. Assim como o Kaltura, funciona tanto no modelo de software como serviço (SaaS: Software as a Service), integrado aos blogs da WordPress.com, como está disponível para implementação num servidor próprio.

    Um plugin para WordPress-MU permite que o sistema seja usado em grandes redes de blog e cuida da integração do servidor – responsável pelo recebimento e transcodificação do vídeo para outros formatos. Por padrão, h.264 em qualidades standart, DVD e HD, também suporta o codec aberto Ogg Theora e a criação de thumbnails – com o Media Gallery do WordPress e um player de exibição próprio desenvolvido em Flash/ActionScript 3.

    A solução ainda é relativamente nova e está em constante desenvolvimento, mas seu uso facilitado no WordPress.com, com uma enorme base de usuários, pode servir como um rápido difusor. Isso aliado a uma incapacidade nativa do WordPress de lidar com embeds de outras plataformas de vídeo, como o Youtube, pode ajudar a configurar um novo cenário de vídeo online.

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