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	<title>Vídeo Online</title>
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	<description>Pesquisa desenvolvida para a RNP (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa)</description>
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		<title>Um guia para entender o vídeo em rede</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 20:48:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Savazoni</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque Principal]]></category>
		<category><![CDATA[guia do vídeo online]]></category>
		<category><![CDATA[introdução]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[O Guia do Vídeo Online é um esforço de organização e edição de informações que estão na rede, mas se encontram dispersas e sem um tratamento editorial que as torne acessível a um público amplo. Também é um trabalho de prospecção de ideias e visões sobre o tema “vídeo online”, baseado na opinião e na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Guia do Vídeo Online é um esforço de organização e edição de informações que estão na rede, mas se encontram dispersas e sem um tratamento editorial que as torne acessível a um público amplo. Também é um trabalho de prospecção de ideias e visões sobre o tema “vídeo online”, baseado na opinião e na leitura de especialistas desse campo ainda em construção.</p>
<p>Não resta dúvida que a sociedade contemporânea brasileira é marcada pela influência profunda da televisão. No nosso país, universalizamos o acesso ao aparelho televisor muito antes de termos garantido aos cidadãos educação plena e de qualidade. O Brasil, é possível afirmar, é um país onde ler não é habitual, mas “ver e ouvir” informação é prática cotidiana.</p>
<p>Nos últimos anos, com a ampliação do acesso e o barateamento da conexão à internet por meio de banda larga – ainda distante do ideal –, o consumo e a circulação de vídeo na rede também aumentou, demonstrando o quão poderosa pode ser essa ferramenta de comunicação que mudou a forma como os cidadãos de todo o mundo se relacionam com conteúdos audiovisuais.</p>
<p>Este guia multimídia (com textos, fotos, vídeos, áudios e infográficos) não é um estudo conclusivo. É um trabalho introdutório e lida com o tema de forma a atingir pessoas com diferentes níveis de entendimento sobre o assunto.</p>
<p>Para melhorá-lo, ampliá-lo, contamos com a ajuda de todos os usuários.</p>
<p>Abaixo, veja como organizamos as informações:</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<p>Comunidades</p>
<p>Compartilhamento</p>
<p>Intermediário (CMS para Vídeo)</p>
<p>Transmissão ao vivo</p>
<p>Web TV</p>
<p><strong>Ferramentas</strong></p>
<p>Softwares</p>
<p>Buscadores</p>
<p><strong>Padrões</strong></p>
<p>Arquivos de vídeo</p>
<p>Distribuição</p>
<p>Lista Livre</p>
<p><strong>Perspectivas Globais</strong></p>
<p>Entrevistas</p>
<p>html 5 e inovação</p>
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		<title>Miro Community</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 09:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Markun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Repositórios]]></category>

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		<description><![CDATA[O Miro Community é o mais novo serviço criado pela Participatory Culture Foundation (PCF) que possibilita, de forma rápida e intuitiva, a organização de vídeos online numa página web de forma a constituir uma comunidade de vídeos. O sistema oferece uma série de opções de templates (desenho de páginas web) que podem ser personalizadas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://culturadigital.br/videoonline/files/2010/03/miro1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-575" title="miro" src="http://culturadigital.br/videoonline/files/2010/03/miro1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>O <a href="http://www.mirocommunity.org/">Miro Community</a> é o mais novo serviço criado pela <a href="http://www.participatoryculture.org/">Participatory Culture Foundation</a> (PCF) que possibilita, de forma rápida e intuitiva, a organização de vídeos online numa página web de forma a constituir uma comunidade de vídeos. O sistema oferece uma série de opções de <em>templates</em> (desenho de páginas web) que podem ser personalizadas de acordo com a demanda do usuário.</p>
<p>O interessante deste serviço é que ele possibilita que qualquer pessoa possa ser um programador de vídeos online, criando diversos canais (videotecas) com endereços próprios. Pode-se reunir vídeos hospedados em diferentes servidores sobre um determinado evento, sobre um tema, organizar portfólios, etc.</p>
<p>Vale ressaltar que o Miro Community não é um site de hospedagem de vídeos. Ele organiza e reúne vídeos de diversos outros serviços de hospedagem como o  YouTube, Vimeos, Blip.tv, Videolog, ou de um servidor particular.  Para tanto, basta informar ao Miro Community o código <em>embed </em>(código que permite a incorporação de um arquivo em qualquer sistema web) e a <em>url</em> (endereço da página que está o arquivo). Essa característica permite agregar em um só espaço vídeos dispersos por toda a rede.</p>
<p>Todo o projeto visual da página pode ser feito através de um CSS próprio. O sistema é construído em Python/Django  (linguagem de programação) e licenciado em AGPL (licença desenvolvida pela GNU para possibilitar o desenvolvimento de softwares livres)  que permite que qualquer um modifique seu código para seus próprios fins.</p>
<p>O <a href="http://www.mirocommunity.org/">Miro Community</a> é gratuito e está em constante desenvolvimento pela Participatory Culture Foundation. A organização tem entre seus objetivos desenvolver softwares e articulações para o desenvolvimento de espaços de mídia mais demócráticos e abertos. A PCF também é responsável pela criação do <a href="www.miro.org">Miro</a> e da articulação <a href="www.openvideoalliance.org">Open Video Alliance</a>.</p>
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		<title>Lista de Softwares Livres para Video Online</title>
		<link>http://culturadigital.br/videoonline/2010/03/12/lista-de-softwares-livres-para-video-online/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 20:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Markun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[softwares]]></category>

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		<description><![CDATA[Está sendo desenvolvido na página wiki da Open Video Alliance uma compilação dos softwares disponíveis para video online. A lista pode ser acessada aqui: http://openvideoalliance.org/wiki/index.php?title=Lista_de_Software_Livre_de_Video e está aberta a sugestões e correções. Participe!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está sendo desenvolvido na página wiki da <a href="http://openvideoalliance.org/">Open Video Alliance</a> uma compilação dos softwares disponíveis para video online.</p>
<p>A lista pode ser acessada aqui: <a href="http://openvideoalliance.org/wiki/index.php?title=Lista_de_Software_Livre_de_Video">http://openvideoalliance.org/wiki/index.php?title=Lista_de_Software_Livre_de_Video</a> e está aberta a sugestões e correções. Participe!</p>
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		<title>Entrevista: Jamie King, Steal this Film e o Vodo.net</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 22:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>andredeak</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[copyleft]]></category>
		<category><![CDATA[copyright]]></category>
		<category><![CDATA[jamie king]]></category>
		<category><![CDATA[steal this film]]></category>
		<category><![CDATA[vodo.net]]></category>

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		<description><![CDATA[O idealizador do documentário “Steal this Film” (”Roube este Filme”, em português) e criador da rede Vodo.net, Jamie King, defende a liberdade de compartilhamento livre na rede e ajuda produtores a usarem sistemas P2P para a distribuição de suas criações. Em “Steal this Film” ele descreve como funciona a cultura de distribuição de conteúdo peer-to-peer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-561" src="http://culturadigital.br/videoonline/files/2010/03/jamie-300x225.jpg" alt="jamie" width="300" height="225" /><br />
O idealizador do documentário “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Steal_This_Film">Steal this Film</a>” (”Roube este Filme”, em português) e criador da rede <a href="http://vodo.net/" target="_blank">Vodo.net</a>, Jamie King, defende a liberdade de compartilhamento livre na rede e ajuda produtores a usarem sistemas P2P para a distribuição de suas criações. Em “Steal this Film” ele descreve como funciona a cultura de distribuição de conteúdo peer-to-peer e mostra as consequências disso para os criadores de conteúdo, para cineastas e artistas em geral.</p>
<p>Convidado a contar a sua experiência na mesa de discussão sobre comunicação no Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital, em novembro de 2009, Jamie falou um pouco mais sobre o seu trabalho nesta entrevista.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; Depois do Steal This Film, o que está fazendo agora?</strong><br />
Recentemente, estive envolvido em um projeto para ajudar produtores de conteúdo a usar o compartilhamento de arquivos, usar grandes serviços de distribuição pirata para espalhar seu trabalho pelo mundo todo. Enfim, mostra como o peer-to-peer pode ser útil para todos os tipos de artistas a cineastas principiantes.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; O projeto “Steal this Film” levou dois anos para ser realizado, certo?</strong><br />
Ele começou em 2006. Nós fizemos a Parte Um em 2006 e um outro grupo fez a Parte Dois em 2007. E a parte 2.5 foi lançada este ano (2009).</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; O que emergiu deste projeto?</strong><br />
Uma das coisas excitantes sobre “Steal this Film” para nós foi que, <strong>sem ter uma infraestrutura tradicional de distribuição, fomos capazes de engajar uma audiência mundial</strong> e realmente fazer parte do debate crescente sobre o compartilhamento de arquivos e P2P. Este é um momento importante para apresentar um retrato do que significa o compartilhar arquivos, fazer download, compartilhar mídia. Especialmente fazer isso a partir do nosso ponto de vista, do produtor, pra quem isso é absolutamente normal. Eu queria fazer parte desta conversa, ter o direito de dizer como construir esse futuro em potencial.</p>
<p><span id="more-496"></span></p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; Você disse que se se tivesse apelado para o processo tradicional de distribuição, não teria dinheiro para pagar pelo documentário. O modelo tradicional está falido?</strong><br />
Bem, não está quebrado para todo mundo. Quero dizer, as pessoas ainda vão ao cinema e, de fato, mais pessoas vão ao cinema no Reino Unido do que nunca.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; Mas não para ver documentários&#8230;</strong><br />
Certo, mas só recentemente é que se vêem documentários nos cinemas. É muito raro um documentário estar nos cinema. Foi <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Harvey_Weinstein" target="_blank">Harvey Weinstein </a>quem inicialmente promoveu a ideia de que documentários deveriam também atrair grandes públicos [N.E – vale ler <a href="http://www.oesquema.com.br/urbe/2010/03/01/a-carta-de-harvey-weinstein-para-errol-morris.htm" target="_blank">a carta que Weinstein escreveu a Errol Morris</a>, documentarista que ajudou a popularizar o gênero]. Isso é muito recente, de todo modo. <strong>A pergunta é “seríamos capazes de fazer “Steal this Film” pelo sistema tradicional? Bem, diferentes filmes poderiam ser feitos. Há coisas que fizemos em “Steal this Film 1” que você não poderia fazer nesse sistema</strong>. Existem limites suaves, ou pouco visíveis, impostos aos cineastas, e depende do quão distante você está do modelo para notar se esses limites são mais ou menos importantes. Por exemplo: você não é livre para pegar partes de filmes de outras pessoas e adicionar um <em>voice over</em>, ou criar um ensaio usando imagens alheias sem a permissão explícita delas. E algumas pessoas vão dizer que esse é o jeito que deve ser. Nossa visão é outra: que somos cercados por imagens em todos os lugares onde vamos. Inclusive, acho que não vi outdoors em São Paulo&#8230;</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;Há um ano já que não temos isso&#8230; É lei.</strong><br />
É bem perceptível. Mas em Londres ou em Berlim, ou em outros lugares, você é cercado constantemente por imagens concebidas para determinar o que você deve sentir, o que você deve desejar, como definir seu sucesso, como você deve ser. E você continua exposto, mesmo que não existam outdoors, pois elas estão no cinema, na TV, em todo lugar. Apesar delas estarem presentes em todos os momentos de nossas vidas, não temos permissão para usá-las. É como se elas fossem significativas para você de todas as maneiras, mas não são suas. E mantenha suas mãos longe! <strong>Então, fazer remix, reutilizar sem permissão, parece ser uma maneira de quebrar, ou melhor, alterar a lógica dessas imagens, temporariamente pelo menos</strong>. Enfim, essa é uma coisa que você definitivamente não poderia fazer na televisão, mas você pode fazer quando produz um filme desse jeito.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;Nós falamos sobre propriedade, então vamos falar sobre direitos autorais. O filme é registrado em copyright. Por quê? Se você pretende uma distribuição para todos, por que tem um copyright?</strong><br />
É uma piada. Porque o filme se chama “Steal this Film” e se tivéssemos colocado uma licença livre, creative commons ou algo assim, as pessoas, tecnicamente, não poderiam mais roubá-lo, então o filme não poderia mais se chamar “Steal this Film”. Foi necessário ter um copyright, para que as pessoas pudessem quebrá-lo. Além disso, somos geeks, nos divertimos com o paradoxo de dizer para alguém roubar algo, mas não de verdade. Então foi por isso que não fizemos os projetos em licenças creative commons.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;E você prefere creative commons ou copyleft?</strong><br />
Nós não usamos licença copyleft para conteúdo. Porque é mais difícil de reproduzi-lo. Os artistas [no Vodo.net] basicamente dizem que tipo de condições querem colocar no trabalho &#8211; e então geramos uma licença para cada um.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;Mas há uma crítica que diz que o creative commons ainda está sob o guarda-chuva do copyright&#8230;</strong><br />
Sem dúvida.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;Você não está desafiando o sistema, está se adaptando&#8230;</strong><br />
Bem, eu sou uma das pessoas que fazem essa crítica a favor de modificar o sistema de copyright. Mas nós o sustentamos. <strong>Nós vivemos em um tempo de contradições (risos). Com o Vodo.net, acho que provamos algo muito importante, sobre como usar as redes P2P nesses trabalhos, mostrando que a rede pode distribuir valor para os produtores. </strong>Isso indica para mim um certo tipo de pragmatismo. Você não pode fazer o que quiser, nem forçar seus pontos de vista sobre ninguém. No nosso caso isso significa que nós vivemos abertos para o “film maker”. Se um cineasta quiser restringir certos usos, tudo bem. Se você quiser colocar seu filme em domínio público, mais ou menos como “Steal this Film”, você também pode.</p>
<p>Nós tivemos uma discussão interna sobre o “Steal this Film” uma vez porque nós encontramos no blog de alguém do Festival Internacional de Cinema de Cingapura uma chamada para “Steal this Film 2”, eles iam exibir e não nos contaram. E ninguém tinha dito pra eles que podia. E eu disse para um dos caras envolvidos no filme “O que você acha disso?” e ele disse “é claro que alguém ia fazer isso”. É que eu pensei que eles, sendo um festival de filmes, deveriam conhecer melhor as regras. Eu iria legalmente impedí-los de exibir o “Steal This Film 2”? Talvez não, mas eles poderiam ter nos consultado, nos contado pelo menos, estaria tudo ok. <strong>Acho que mesmo tendo as posições mais radicais, deveriam existir maneiras de sinalizar para as outras pessoas que usos você permite para o seu material.</strong></p>
<p>Mas eu gosto de ficar fora do sistema de copyright. E gostaria de apenas sugerir usos para meu trabalho, pois eu acho que essa é a realidade da situação. Eu confio em fronteiras éticas e eu não quero restrições legais. E quanto mais a lei do copyright parece representar interesses que eu realmente discordo, menos quero me envolver com copyright.</p>
<p>Existem outros exemplos desse paradoxo. É realmente complicado responder a essa pergunta, não é porque estou tentando ser político, mas porque é uma pergunta muito complicada. Pegue Richard Stallman e o sistema GPL [N.E. Licença Pública Gnu], que sempre se apoiou no copyright, e agora está numa posição de apoiar o copyright e argumentar contra políticas do Partido Pirata porque ele precisa do copyright para dar suporte ao GPL. As pessoas pensam que ele é anti-copyright, mas na verdade ele defende. Então há vários paradoxos emergindo desta situação tecnológica. Eu acho que temos que olhar caso a caso.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;Você acha que vai haver uma mudança radical?</strong><br />
Sem dúvida! Novas leis terão que ser feitas. Estamos radicalmente repensando as coisas. Eu posso te contar sobre as conversas que tenho tido, eu tenho certeza que você tem as mesmas. Na Europa ou nos EUA. Eu comecei o projeto Vodo.net, há um mês atrás veio à público. Eu tive, provavelmente, 250 e-mails de cineastas e nenhum deles disse “Essa é uma ideia estúpida. Você não faz ideia de como ganhar dinheiro”. E também não foi apenas uma pessoa que disse “Isso é maravilhoso. Gostaria de me envolver. Isso vai ajudar os cineastas”.</p>
<p>As pessoas sabem que este mundo que emergiu é imperfeito, o mundo da reprodução mecânica, da televisão, do rádio.<strong> E este mundo que está emergindo tem imensamente mais possibilidades para todos nós. E esta é questão: como realizar uma contribuição construtiva para este novo paradigma.</strong> Se eu fizer contribuições sólidas o bastante, práticas o bastante, nós não deveríamos ter nenhum problema em criar um novo regime legal, porque vamos descobrir novas maneiras de os cineastas ganharem dinheiro. Mas se fizermos apenas downloads dos filmes de Hollywood, sem criar nada novo, sem dúvida eles tentarão nos destruir. Mas se contribuirmos, construirmos algo novo&#8230; Acho que há muito mais pelo que lutar, e muito a ganhar.</p>

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		<item>
		<title>Usando a tag video</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 10:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VJ pixel</dc:creator>
				<category><![CDATA[html5]]></category>
		<category><![CDATA[atributos]]></category>
		<category><![CDATA[parâmetros]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o HTML 5, pela primeira vez, há um padrão definido para reproduzir conteúdo de vídeo e áudio diretamente do navegador, sem a necessidade de um plugin externo. Dessa forma, para colocar vídeo em uma página é preciso do link do arquivo de vídeo (ou streaming) a ser utilizado, como: &#8220;http://culturadigital.br/teste.ogg&#8221;. O endereço será utilizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o HTML 5, pela primeira vez, há um padrão definido para reproduzir conteúdo de vídeo e áudio diretamente do navegador, sem a necessidade de um plugin externo. Dessa forma, para colocar vídeo em uma página é preciso do link do arquivo de vídeo (ou streaming) a ser utilizado, como: &#8220;http://culturadigital.br/teste.ogg&#8221;. O endereço será utilizado no parâmetro <em>src</em> do código HTML. A seguir temos um exemplo:</p>
<pre>&lt;video src="http://culturadigital.br/teste.ogg" autoplay="autoplay"
autobuffer="autobuffer" controls="controls" loop="loop"&gt;&lt;/video&gt;</pre>
<p><em>src=&#8221;http://culturadigital.br/teste.ogg&#8221;</em> indica que o vídeo a ser exibido está em http://culturadigital.br/teste.ogg</p>
<p><em>autoplay=&#8221;autoplay&#8221;</em> diz ao navegador para tocar o vídeo imediatamente</p>
<p><em>autobuffer=&#8221;autobuffer&#8221;</em> diz ao navegador para começar o download do vídeo imediatamente (nesse caso, não vai funcionar pois esse parâmetro é ignorado quando está com <em>autoplay</em>)</p>
<p><em>controls=&#8221;controls&#8221;</em> diz para mostrar os controles (como o play)</p>
<p><em>loop=&#8221;loop&#8221;</em> diz para voltar ao início do vídeo assim quando chegar ao final, infinitamente.</p>
<p>Além dessas, há as tags <em>width</em> e <em>height</em> que definem, respectivamente, a largura e altura do player, em pixels.</p>
<p>Todos os parâmetros colocados entre as tags de abertura e fechamento (<em>&lt;video&gt;</em> e <em>&lt;/video&gt;</em>) serão apresentados se o navegador não tiver suporte a HTML 5. Então, é possível inserir mensagens como &#8220;Esse recurso só funciona com navegadores compatíveis ao HTML 5. Recomendamos utilizar o Firefox 3.5 ou versão mais nova&#8221;, para orientar os usuários. Saiba como está o atual suporte dos navegadores ao HTML 5, clique em <a href="http://openvideoalliance.org/wiki/index.php?title=Suporte_a_video_nos_navegadores">suporte a vídeo em navegadores</a> na página wiki da Open Video Alliance.</p>
<h2>Atributos Padrão</h2>
<p>Atributos servem para definir uma propriedade de um elemento HTML. Atributos padrão são atributos suportados por quase todas as tags do HTML.</p>
<p>A tag &lt;video &gt; é compatível com a seguinte lista de atributos padrão do HTML 5:</p>
<p>class<br />
contenteditable<br />
contextmenu<br />
dir<br />
draggable<br />
id<br />
irrelevant<br />
lang<br />
ref<br />
registrationmark<br />
tabindex<br />
template<br />
title</p>
<h2>Atributos de evento</h2>
<p>Atributos de eventos definem ações de evento.</p>
<p>A tag também é compatível com a seguinte lista de atributos de evento do HTML 5:</p>
<p>onabort<br />
onbeforeunload<br />
onblur<br />
onchange<br />
onclick<br />
oncontextmenu<br />
ondblclick<br />
ondrag<br />
ondragend<br />
ondragenter<br />
ondragleave<br />
ondragover<br />
ondragstart<br />
ondrop<br />
onerror<br />
onfocus<br />
onkeydown<br />
onkeypress<br />
onkeyup<br />
onload<br />
onmessage<br />
onmousedown<br />
onmousemove<br />
onmouseover<br />
onmouseout<br />
onmouseup<br />
onmousewheel<br />
onresize<br />
onscroll<br />
onselect<br />
onsubmit<br />
onunload</p>
<ul>
<li><a href="http://culturadigital.br/videoonline/2010/03/07/html5-e-video/">Saiba mais sobre as implicações no ambiente de vídeo com o HTML5</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Show in a Box</title>
		<link>http://culturadigital.br/videoonline/2010/03/08/show-in-a-box/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 15:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VJ pixel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[show in a box]]></category>

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		<description><![CDATA[Show In A Box é um conjunto de plugins e temas cujo objetivo é maior integracão do WordPress com vídeo, ajudando blogueiros, produtores de vídeo, documentaristas, entre outros, a apresentar seus vídeos com destaque e controle. A plataforma tem uma rede descentralizada de videobloggers que publica no próprio site ou utilizam plataformas de compartilhamento para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://culturadigital.br/videoonline/files/2010/03/showinabox-300x195.jpg" alt="showinabox" width="300" height="195" class="aligncenter size-medium wp-image-532" /></p>
<p><a href="http://showinabox.tv">Show In A Box</a> é um conjunto de plugins e temas cujo objetivo é maior integracão do <a href="http://wordpress.org/">WordPress</a> com vídeo, ajudando blogueiros, produtores de vídeo, documentaristas, entre outros, a apresentar seus vídeos com destaque e controle.</p>
<p>A plataforma tem uma rede descentralizada de videobloggers que publica no próprio site ou utilizam <a href="http://culturadigital.br/videoonline/category/plataformas-de-compartilhamento/">plataformas de compartilhamento</a> para isso.</p>
<p>Seus desenvolvedores são produtores de vídeo e criadores de sites que estão se ajudando no uso de WordPress para apresentar melhor seus conteúdos, em termos de aparência e de recursos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Acervo Livre</title>
		<link>http://culturadigital.br/videoonline/2010/03/08/acervo-livre/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>VJ pixel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Repositórios]]></category>
		<category><![CDATA[acervo livre]]></category>

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		<description><![CDATA[O Acervo Livre é o repositório de mídia do ambiente colaborativo Estúdio Livre. Seu desenvolvimento começou em 2005 e  foi financiado pelo Ministério da Cultura, como parte da Ação Cultura Digital. Apesar de seus cinco anos de existência, o Acervo Livre é um sistema instável, com uma interface pouco amigável e defeituosa. No momento da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-536" src="http://culturadigital.br/videoonline/files/2010/03/acervolivre-300x202.jpg" alt="acervolivre" width="300" height="202" /></p>
<p>O <a href="http://estudiolivre.org/el-gallery_home.php" target="_blank">Acervo Livre</a> é o repositório de mídia do ambiente colaborativo <a href="http://culturadigital.br/videoonline/2010/01/22/estudio-livre/" target="_self">Estúdio Livre</a>. Seu desenvolvimento começou em 2005 e  foi financiado pelo Ministério da Cultura, como parte da Ação Cultura Digital.</p>
<p>Apesar de seus cinco anos de existência, o Acervo Livre é um sistema instável, com uma interface pouco amigável e defeituosa. No momento da visita ao site (6 de março de 2010), a ferramenta de upload de arquivos estava com problema, dificultando a publicação de arquivos. Para isso, era necessário percorrer um caminho pouco óbvio.</p>
<p>As tentativas de assistir a vídeos usando, para isso, diferentes navegadores (Chrome e Firefox) e computadores não foram bem sucedidas.</p>
<p>O Acervo Livre suport vídeos em formato: ogg, mpeg/mpg, avi, 3gp, mp4, yuv, mp2.</p>
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		<title>HTML5 e o vídeo</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 15:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Markun</dc:creator>
				<category><![CDATA[html5]]></category>
		<category><![CDATA[padrão]]></category>

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		<description><![CDATA[O Video Online é uma realidade inegável. Esta própria pesquisa é fruto da explosão da linguagem pela rede, que tem como seu representante maior o YouTube. Segundo a Alexa, empresa de informações sobre dados da web, o site é o terceiro endereço mais visitado do mundo. Além dele, existem dezenas de outros espaços na web [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Video Online é uma realidade inegável. Esta própria pesquisa é fruto da explosão da linguagem pela rede, que tem como seu representante maior o YouTube. Segundo a <a href="http://www.alexa.com">Alexa</a>, empresa de informações sobre dados da web, o site é o terceiro endereço mais visitado do mundo. Além dele, existem dezenas de outros espaços na web e maneiras de disponibilizar vídeo, muitas delas, inclusive, já descritas nesta pesquisa. A grande novidade nesse campo é a invenção do HTML5, que chega para estabelecer um padrão.</p>
<p>Praticamente todos os vídeos vistos até hoje na rede são reproduzidos por meio de plugins &#8211; QuickTime, RealPlayer ou, o mais popular, Flash &#8211; que costumam se integrar muito bem ao navegador, não sendo, muitas vezes, notável a diferença. Isso se o plugin já estiver instalado, é claro. A forma como o HTML5 funciona é um pouco diferente: o vídeo é inserido na página por meio de uma tag e não são definidos codecs e contêiners, o que cabe ao próprio navegador. Por ora, as implementações ainda são experimentais, mas os navegadores mais novos já suportam a tag. Veja como está o suporte à tag video até o momento de publicação desta pesquisa:</p>
<p>* <strong>Internet Explorer</strong>: ainda não suporta a tag , mas já demonstrou publicamente interesse em fazê-lo.<br />
* <strong>Mozila Firefox</strong>: suporta  com o codec Theora desde a versão 3.5.<br />
* <strong>Safari</strong>: suporta desde a versão 3.0 a tag  com todos os codecs e containers suportados pelo Quicktime (que incluem o h.264 mas não o Theora).<br />
* <strong>Google Chrome</strong>: suporta desde a versão 3.0 a tag  com Theora e h.264.<br />
* <strong>Opera</strong>: suporta desde a versão 10.5 a tag  com Theora.</p>
<p>A situação gera um quadro complexo, no qual nenhum formato de vídeo pode estar disponível para todas as plataformas simultaneamente. O padrão do HTML5 prevê suporte a múltiplos formatos para um mesmo conteúdo. O navegador, dessa forma, carrega apenas aquele que conseguir reproduzir. Um ponto negativo desse mecanismo é o alto custo para os produtores de vídeo, que precisam exportar e armazenar o vídeo de diferentes formas e tamanhos.</p>
<p>Por que então incentivar o uso da tag ? São vários os motivos, mas talvez o principal deles seja o de promover o vídeo para uma posição de elemento central dentro da estrutura das páginas. Por melhor integrado que o site esteja com os tocadores em Flash, eles sempre serão elementos estranhos nà página e manipula-los é sempre uma tarefa complicada e dispendiosa.</p>
<p>Com a tag , ele passa ser um elemento padrão da página, assim como são as imagens, os textos e os links. E manipulação se dá da mesma forma que a esses outros elementos: por meio de simples códigos em javascript. Isso traz uma nova flexibilidade ao vídeo e cria uma série de possibilidades de interatividade. O colaborador da Mozilla Paul Rouget disponibilizou em seu site <a href="http://people.mozilla.com/~prouget/demos/">algumas demonstrações</a> que permitem ver o HTML5  em ação. Lembre-se que para assisti-las você vai precisar de um browser que suporte o novo padrão: <a href="http://people.mozilla.com/~prouget/demos/"> http://people.mozilla.com/~prouget/demos/</a></p>
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		<title>Miro</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 14:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Markun</dc:creator>
				<category><![CDATA[WebTV]]></category>
		<category><![CDATA[miro]]></category>

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		<description><![CDATA[O Miro se descreve como um tocador de vídeos e cliente de podcasts em padrões livres. É um aplicativo multiplataforma (Linux, OSX e Windows) para assistir conteúdo online em tela cheia. Entre seus recursos estão suporte nativo a BitTorrent e RSS, o que faz dele um sistema perfeito para assistir podcasts e programas de TV [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-540" src="http://culturadigital.br/videoonline/files/2010/03/miro-300x218.jpg" alt="miro" width="300" height="218" /></p>
<p>O <a href="http://www.getmiro.com/">Miro</a> se descreve como um tocador de vídeos e cliente de podcasts em padrões livres. É um aplicativo multiplataforma (Linux, OSX e Windows) para assistir conteúdo online em tela cheia. Entre seus recursos estão suporte nativo a BitTorrent e RSS, o que faz dele um sistema perfeito para assistir podcasts e programas de TV pela internet.</p>
<p>Seu player de vídeo é baseado no VLC e funciona automaticamente com a maioria dos codecs e conteiners usados atualmente. O recurso de integração com RSS permite ao usuário assinar canais e blogs de vídeo, fazendo download automaticamente de novos arquivos e episódios assim que eles são lançados na rede.</p>
<p>O Miro é desenvolvido pela <a href="http://www.participatoryculture.org/">Participatory Culture Foundation</a>, uma das instituições chaves da OpenVideo Alliance, que tem como objetivo criar um ambiente multimídia mais democrático e participativo na web.</p>
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		<title>Videopress</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 13:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Markun</dc:creator>
				<category><![CDATA[Intermediário]]></category>
		<category><![CDATA[videopress]]></category>

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		<description><![CDATA[O Videopress é uma solução da Automatic, a empresa desenvolvedora do WordPress, para gestão e distribuição de vídeo online. Assim como o Kaltura, funciona tanto no modelo de software como serviço (SaaS: Software as a Service), integrado aos blogs da WordPress.com, como está disponível para implementação num servidor próprio. Um plugin para WordPress-MU permite que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://culturadigital.br/videoonline/files/2010/03/videopress-300x218.jpg" alt="videopress" width="300" height="218" class="aligncenter size-medium wp-image-542" /></p>
<p>O <a href="http://videopress.com/">Videopress</a> é uma solução da Automatic, a empresa desenvolvedora do WordPress, para gestão e distribuição de vídeo online. Assim como o <a href="http://culturadigital.br/videoonline/2010/02/22/kaltura-open-source-video/">Kaltura</a>, funciona tanto no modelo de software como serviço (SaaS: Software as a Service), integrado aos blogs da WordPress.com, como está disponível para implementação num servidor próprio.</p>
<p>Um plugin para WordPress-MU permite que o sistema seja usado em grandes redes de blog e cuida da integração do servidor &#8211; responsável pelo recebimento e transcodificação do vídeo para outros formatos. Por padrão, h.264 em qualidades standart, DVD e HD, também suporta o codec aberto Ogg Theora e a criação de thumbnails &#8211; com o Media Gallery do WordPress e um player de exibição próprio desenvolvido em Flash/ActionScript 3.</p>
<p>A solução ainda é relativamente nova e está em constante desenvolvimento, mas seu uso facilitado no WordPress.com, com uma enorme base de usuários, pode servir como um rápido difusor. Isso aliado a uma incapacidade nativa do WordPress de lidar com embeds de outras plataformas de vídeo, como o Youtube, pode ajudar a configurar um novo cenário de vídeo online.</p>
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